Rabi Schneur Zalman ficou extremamente gratificado ao ouvir a resposta. O ministro do czar havia afirmado um princípio que está na base dos ensinamentos do Rabi Israel Báal Shem Tov – os mesmos ensinamentos e ideologia pelos quais ele estava enfrentando julgamento!
Zalman era um artista de talento desde criança, e passou a desenhar todos os gráficos, placas, ou desenhos quando solicitado. A professora de Zalman ficou com ciúmes de uma professora de outra classe que queria aproveitar o talento de seu aluno.
Um dia antes de Reb Yekutiel ser enviado para o leste, um homem bateu à porta de Rabino Dovid Tzvi Chein, rabino de Chernigov. “Rabi,” disse o visitante, que não era outro senão o carcereiro da prisão local, “Reb Yekutiel pede que vá visitá-lo. Uma permissão especial para a visita foi concedida a você, se quiser ir.”
Após o encontro, o secretário do Rebe chamou a Sra. Fogelman. “O Rebe deseja vê-la.” Aquilo era algo fora do comum, e ela estava nervosa ao entrar na sala do Rebe.
Os alunos estavam ensinando os homens a colocar tefilin quando de repente, um russo idoso aproximou-se deles com muita empolgação: "Vocês são de Lubavitch?" perguntou ele. "Tenho uma história para contar-lhes!"
A estatura do líder é a medida do povo. Sem uma nação unificada, não há Rei. Certa vez o Baal Shem Tov estava rezando com seus discípulos mais próximos. Ele costumava rezar durante um longo tempo com intensa devoção, ansiando pelo seu Criador...
"Ontem fui consultado por um homem cuja esposa estava com uma séria doença que ocasionou sua perda total de apetite; ela não conseguia nem olhar para a comida. Ele dispendeu uma grande soma de dinheiro, levando-a a inúmeros especialistas a fim de tentar restaurar seu apetite, mas sem obter resultado..."
Eles não podiam entender como um rabino em Nova York poderia conhecer a condição de sua mãe com mais precisão do que os médicos que estavam tratando dela, ao seu lado.
Com base nos ensinamentos do Rebe, cortesia de MeaningfulLife.com
De seu esconderijo, o rabino Hillel ouviu o Rebe entrar no quarto. Mas antes que ele pudesse fazer um único movimento, ouviu Rabi Shneur Zalman exclamar: "Se um jovem tem uma pergunta sobre 'Avaliações', o melhor que tem a fazer antes de tudo é avaliar a si mesmo!"
À medida que se aproximava o dia, o jovem ficava mais agitado. Ele sentia que esse seria o teste mais importante da sua carreira. Considerava sua invenção como o auge das suas ideias mais criativas; a opinião do mentor sobre ela seria a suprema avaliação do seu valor.
Postado por Rabino Yossi Kivman, adaptado por Yerachmiel Tilles
O terceiro dia tinha chegado e ainda não havia nenhum sinal. O homem passou o dia olhando para o relógio. Na hora do almoço, fez uma pausa e, novamente, suplicou ao Todo-Poderoso.
A título de introdução, vale ressaltar que todos sabem que o Rebe era extremamente cuidadoso no sentido de usar seu tempo com o máximo proveito. Dizem que quando o Rebe voltava ao seu estúdio após rezar, assim que o secretário entrava na sala – segundos após o Rebe – este já estava sentado com um Sefer aberto.
O taxista respondeu que ele e sua esposa não tiveram filhos e pediram ao Lubavitcher Rebe uma berachá, o Rebe de Lubavitch lhes prometeu filhos e isso não aconteceu. O Koshnitser Rebe lhe disse imediatamente:
“Não acredito no que você está me dizendo.”
Podemos aprender dessa história a grande importância da contínua mudança. Não importa onde estivermos atualmente, sempre há espaço para aperfeiçoamento e, portanto, crescimento. Amanhã certamente será melhor que hoje.
Um tsadic recebeu uma explosão de insultos e maldições quando pediu a alguém uma doação. Ouviu calmamente, então disse baixinho: “Obrigado. Os insultos e maldições aceitarei para mim mesmo, mas o que você vai doar para os pobres?”
O Rabino ouviu atentamente e estudou com cuidado a lista de pecados. Então declarou: “Sim, você fez um trabalho completo. Realmente um trabalho completo.” O chassid ficou contente porque o Rabino parecia ter aprovado sua penitência. “Então estou perdoado?” perguntou ele.
Assim que a prece terminou, Rabi Elimêlech correu para onde estava seu irmão Rabi Zusha e disse-lhe enfaticamente: "Venha e ajude-me a encontrar o etrog que está permeando toda a sinagoga com a fragrância do Jardim do Éden!"
Os dois luminares de Torá, Rabi Akiva Eiguer e Rabi Yaacov de Lisa, certa vez viajaram juntos numa carruagem. Quando estavam chegando ao destino, muitos cidadãos da comunidade que haviam antecipado sua vinda aproximaram-se, para formar uma guarda de honra e acompanhar esses grandes sábios até a cidade.
“Isso parece contradizer o ditado talmúdico que nos instrui a investir um terço de nosso dinheiro em propriedade, outro terço em negócios e outro terço em dinheiro vivo…”
Um jovem estudante estava em dúvida: estudar medicina ou ser professor. Estava mais inclinado a tornar-se médico, pois deste modo poderia curar doentes.
Certa vez, depois da Segunda Guerra, um chassid visitou seu Rebe e começou a chorar amargamente. O chassid tinha perdido tudo durante a guerra: sua mulher, seus filhos, sua casa e a esperança. Sentia-se incapaz de seguir em frente. Em desespero, implorou ao Rebe por uma bênção e um conselho; qualquer coisa que pudesse ajudá-lo a encarar o futuro.
Perplexo, o médico começou a deliberar consigo mesmo: O rabino estaria dando remédios também? Não, não, não… Ele quer dizer que quando as pessoas precisam de coisas pelas quais ele geralmente cobra, ele as dá gratuitamente para os necessitados...
À porta da sala do estúdio do grande Rabi Menachem Mendel de Lubavitch estava seu neto, um menino de quatro ou cinco anos de idade. Ele estava esperando uma audiência privada com seu avô, para receber uma bênção em homenagem ao seu aniversário.
“Toda sinagoga,” começou Rabino Mordechai Yoel, “é construída com janelas grandes: não apenas para possibilitar a entrada da luz, mas também para permitir que as pessoas olhem para o céu. Pois os Céus, sabemos, são reminiscentes do Trono da Glória, e olhar na direção do céu inspira no homem a reverência aos Céus."
"Um judeu de aparência distinta está contando histórias na praça do mercado e muitas pessoas se reuniram em volta dele..."
Por Yehudah Chitrik
Rabi Yaakov começou a considerar seu próprio serviço e percebeu que ele também tinha um quê de presunção. Talvez, pensou ele consigo mesmo, este contador de histórias pudesse mostrar-lhe um novo caminho para o serviço.
Durante uma yechidut (encontro particular com o Rebe), um sheliach certa vez comentou que não queria trabalhar para seu sogro. O Rebe respondeu: “Mas eu também trabalhei para meu sogro. Portanto, você também pode trabalhar para o seu sogro...”
Chegou o dia em que voltei para casa com uma carta de meu tutor dizendo que não poderia continuar me ensinando, a não ser que recebesse seu salário na manhã seguinte.
Quando meus pais leram aquela carta, o mundo escureceu diante deles, pois minha educação baseada nos ensinamentos da Torá era tudo para eles!
Embora o próprio Baal Shem Tov, com todos os seus poderes, não tivesse podido ajudar diretamente este judeu, Shabsi Meir foi capaz de salvá-lo pelo mérito de seus inumeráveis atos de bondade...
O Rebe Maharash (4o Rebe de Chabad) mantinha sempre um lenço em cima de sua escrivaninha. Assim que alguém entrava, ele a cobria com o lenço, e quando a pessoa saía, descobria outra vez a mesa.
“Nossos Sábios nos dizem para ‘aprender com todo homem’, pois o próximo é seu espelho. Se a sua própria face está limpa, a imagem que você encontra também será impecável. Se você se olhar no espelho e enxergar uma mancha, é a sua própria imperfeição que está vendo.”
O que quer que seja que você eventualmente receba em ganhos, já lhe foi pré-designado, e seus atos frenéticos não afetarão este fato. Seu sustento é o que D’us está fazendo por você. O que D’us não está fazendo por você, e o que é sua obrigação fazer, é o estudo de Torá, as preces e o cumprimento das mitsvot.
Muitos tsadikim esperavam que Napoleão vencesse e rezavam por seu sucesso. Eles acreditavam que sua vitória aliviaria os duros decretos czaristas contra os judeus. O Alter Rebe pensava diferente...
Rabi Israel Baal Shem Tov, certa vez foi indagado: “Por que os chassidim irrompem em canto e dança à menor provocação? Este é o comportamento de um indivíduo são, saudável?”
O Maguid disse que não faltavam histórias demonstrando milagres surpreendentes realizados pelo Baal Shem Tov.
Por Shaul Wertheimer
“Gostaria de sugerir,” disse o Maguid, “que essa história de maneira alguma é sobre o Baal Shem Tov. Creio que a história é realmente sobre a grandeza de seus discípulos. Embora o Shabat tivesse apenas terminado e nenhum deles tivesse qualquer dinheiro consigo, mesmo assim puseram as mãos nos bolsos, seguindo a diretriz de seu Rebe com total fé e confiança…”
Naquele ano, durante o qual o casamento entre o Rebe Anterior e Nechama Dina foi acertado, o Rebe Rashab foi até sua mãe como de costume para receber o bolo de mel antes de Yom Kipur. Naquela ocasião, no entanto, ele pediu perdão a ela...
O que vale mais: Um olhar de desprezo ou desolado suspiro?
Quando os dois vizinhos passavam um pelo outro na calçada, o erudito atirava ao grosseiro materialista um olhar de desprezo e corria para as suas sagradas tarefas.
O verdadeiro método é que precisamos estimular e aproximar os outros com amor e carinho, pois a verdade é que toda e qualquer coisa boa que outra pessoa faça e por menor que possa parecer, possui um valor imensurável pelo prisma iluminado e puro da Chassidut.
Ele ficou surpreso ao encontrar a carta que escrevera ao Rebe. Por engano, enviara outra página!
Um judeu que trabalhava para a companhia telefônica, em Paris, veio ao Beit Chabad para rezar e colocar tefilin. Após concluir as preces, falou: “você pensa que conhece o Lubavitcher Rebe. Venha, vou lhe contar uma história sobre seu Rebe, que ocorreu há 30 anos..."
Cada folha foi criada pelo Todo Poderoso com um propósito específico e está imbuída com uma força de vida Divina.
“Como pode alguém ser tão rude com uma criação de D'us? Esta folha foi criada pelo Todo Poderoso com um propósito específico e está imbuída com uma força de vida Divina. Tem um corpo e tem uma vida. De que maneira o “Eu” dessa folha é inferior ao seu “Eu”?
O sofrimento de seus irmãos judeus o atormentava muito mais que as suas próprias aflições, e incontáveis vezes o Rebe colocou em risco seu nome e sua honra numa tentativa de ajudar os outros.
Eu era jovem naquela época, mas como tinha contado a ele que eu era discípulo do grande Maguid, ele inquestionavelmente agiu segundo meu conselho. Sem pensar duas vezes, ele deixou para trás uma empresa que o tinha sustentado com conforto durante cinquenta anos e partiu, naquela mesma noite, para um local onde pudesse servir melhor ao seu Criador.
Por que uma pessoa procuraria o Rebe, se não fosse pelo seu conselho sobre 'o serviço do coração'?
Rabi Hillel de Paritch foi dominado por um intenso desejo de passar o Shabat com seu Rebe, Rabi Menachem Mendel de Lubavitch. Mas realizar este desejo era uma outra história: a semana já estava adiantada, e a distância entre Babroisk e Lubavitch era enorme. Parecia não haver meios de conseguir chegar ao Rebe em tempo para o Shabat.
No entanto, o bom amigo não podia aceitar o destino da alma de seu ex-companheiro, e suplicou à Corte Celestial que, apesar da maneira egoísta e vergonhosa pela qual o amigo o tratara repetidas vezes, mesmo assim o amava e não queria vê-lo sofrer por sua causa.
Ao retornar a sua sala, o Rav percebeu o que acontecera e ficou imensamente preocupado e triste diante da má inclinação demostrada por um de seus descendentes. Resolveu enviar uma carta ao rabino de Poltosk, pedindo-lhe que este viesse ao seu encontro imediatamente.
“Não estou chorando pela perda da casa mas pelo documento que continha nossa árvore genealógica e que estava lá dentro. Aquele documento ligava nossa família até Reb Yochanan HaSandler...”
“Mesmo que eu tenha adotado o seu método, ainda existe uma diferença entre nós no modo em que damos Tsedacá. Quando Zalman dá ao pobre homem sua mão cheia de moedas, ele nem se dá ao trabalho de ver o quanto está dando."
Uma publicação da Yeshivá Tomchei Tmimim Lubavitch
Daquela vez, quando o tsadic entrou, parou um pouco na entrada e disse que estava sentindo um aroma agradável. Imediatamente voltou-se para o lado onde se encontrava o Rebe Maharash, e foi respirando durante o caminho, até chegar até ele.
Um chassid que morava em Vitebsk permaneceu sem filhos durante muitos anos. Viajou diversas vezes a Liozna para pedir ao seu Rebe, Rabi Shneur Zalman (fundador do Chassidismo Chabad), que implorasse a misericórdia do Céu com suas preces e bênçãos. Mas estranhamente, a cada vez o Rebe respondia que não estava em seu poder ajudá-lo.
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