Os empresários anunciaram que o supermercado, que está localizado no bairro de Charlottenburg, no coração da capital alemã, vai vender apenas produtos kosher, alguns dos quais serão importados de Israel.
Bennett disse que se lembra de ter corrido por ajuda com uma faca ainda alojada no ombro, e embora muitos árabes testemunhassem o evento e a vissem tropeçando pela rua sangrando e implorando ajuda, nenhum parou para ajudá-la. Na verdade, ela disse, eles fizeram o oposto.
O mapa do terrorismo é o mundo; ninguém está isento e todos estão levando este assunto muito a sério ao lado de providências que tragam muito mais segurança.
A luta já começou e somente a união de todos poderá alcançar o sucesso e a vitória. Não se trata de uma Guerra entre países ou territórios. É uma luta ideológica, do bem contra o mal.
No domingo, o banquete de gala que marca o encerramento do Kinus reuniu 5700 participantes entre shluchim, simpatizantes e patrocinadores do Chabad em suas cidades.
O cartão Vale Compras permite às crianças adquirem um conjunto completo de roupas e calçados para a estação, itens fundamentais para o inverno severo que se aproxima.
A prefeita de Paris, Anne Hidalgo, tornou-se a primeira líder municipal Europeia a aderir ao movimento “Prefeitos Unidos Contra o Antissemitismo”, uma iniciativa pedindo aos líderes municipais para abordar o tema publicamente e tomar medidas concretas contra o antissemitismo.
O presidente palestino Mahmoud Abbas e a mídia árabe alegaram que o rapaz de 13 anos Ahmed Manasra, que foi documentado realizando um ataque de terror em Pisgat Ze’ev esta semana, foi “executado” por Israel.
Este é o maior desafio humanitário enfrentado pela Europa em muitas décadas. Ângela Merkel não estava errada ao declarar: “Se a Europa falhar na questão dos refugiados, sua conexão próxima com os direitos civis universais será destruída.”
A população judaica mundial aproxima-se da proporção anterior ao Holocausto é o que consta em um novo relatório divulgado por um instituto independente baseado em Jerusalém.
“O povo francês entenderá que não há diferença entre ataques à sociedade ocidental e ataques a judeus, nenhuma diferença entre ataques na França e ataques em Israel?” disse Gurfinkel ao Algemeiner.
Hoje, ao gritarmos com dor e lágrimas juntos com nossos irmãos e irmãs na França, devemos afirmar: o mal não vai nos parar. A nação judaica está viva. Am Yisrael Chai.
Israel não precisa agradar ninguém, tornou-se um gigante que recebe e abraça seus cidadãos, sejam judeus, cristãos ou muçulmanos, garantindo direitos e cobrando deveres. Regido por leis. É a única democracia na região.
Domingo à noite dancei em um hangar no cais do Brooklyn com cinco mil dos mais corajosos e mais dedicados rabinos do planeta. Era o encontro anual dos emissários de Chabad, os caras de chapéus e roupas pretas sempre de plantão para qualquer judeu, a qualquer hora, em qualquer lugar – da Ucrânia à Dakota do Norte ou Coréia do Sul.
Para quem desconhece e nunca viu uma cena destas pode parecer algo bizarro: um grupo formado por milhares de rabinos portando suas vestes longas, capotas, e chapéus pretos reunidos em um único local para escutar palestras inspiradoras e ao final dançarem todos juntos com uma alegria genuína.
Começando com o conflito dentro do útero de Rebeca entre os irmãos gêmeos, Esav e Yacoov na porçnao Toledot, a guerra por Jerusalém definiu o curso da história. Como Rivka foi informada por D'us, em resposta à sua pergunta por que a gravidez dela foi tão difícil: