Moshê continuou com o assunto de adoração de ídolos:
"Pode acontecer que a maioria dos judeus de uma cidade seja persuadida a adorar ídolos."
Se os juízes do Sanhedrin ouvirem tal coisa, devem verificar a veracidade desta notícia. Se as testemunhas declararem que a maioria dos habitantes serviram ídolos, a cidade e tudo que ela conter deve ser destruído. Isso é chamado ir hanidachat – uma cidade que foi convencida a adorar ídolos.
"Todos aqueles que servem ídolos devem ser condenados à morte pelo Bet Din. Aquele que não o fez pode deixar a cidade. Entretanto, quando a cidade for destruída, seus pertences devem ser destruídos também. Ninguém tem permissão de usar coisa alguma da cidade. A cidade é queimada e jamais poderá ser reconstruída."
De acordo com alguns de nossos sábios, jamais existiu uma ir hanidachat e jamais haverá uma. (Seria impossível preencher todas as condições). Mesmo assim, a Torá ordenou esta mitsvá para nos ensinar a gravidade da adoração de ídolos.

A gênese da idolatria Realmente se observarmos com calma o mundo de hoje, vivemos numa verdadeira explosão de idolatria. A mídia, os costumes e as crenças. Não pretendo julgar as escolhas de cada um, mas acredito que toda idolatria e tropeço e atraso de evolução, pois nós como filhos de D´US somos dotados de uma capacidade singular, não existente em qualquer outro ser, seja deste mundo ou de qualquer outro. Fomos criados com a possibilidade de conexão direta com o Criador. Shalom!