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Nassô

Festas Judaicas
Shavuot
A Torá foi outorgada por D'us ao povo judeu no Monte Sinai há mais de três mil e trezentos anos. Todos os anos, neste dia, renovamos nossa aceitação do presente de D'us.
Perguntas e Respostas
Separação na Sinagoga

Ironicamente, é sentando-se separadamente para a prece que somos capazes de verdadeiramente nos unir em outras áreas de nossas vidas; porque é somente quando as energias feminina e masculina florescem que somos completos como indivíduos, como famílias e comunidade.
Mulher Judia
Alma Feminina

Eu acredito que o Judaísmo é Divino. Não precisa de atualização. Precisa que nós nos aprofundemos ainda mais no sentido de encontrar sua mensagem para o nosso tempo. Somos abençoados por viver numa geração na qual as mulheres recebem toda a oportunidade para descobrir por si mesmas aquilo que o Judaísmo tem a oferecer.
Shavuot
O Primeiro Mandamento
Isso significa que, em essência, há apenas cinco Mandamentos. "Não matarás" é outra forma de dizer "Eu sou o Senhor teu D’us"; a proibição contra o adultério é a proibição contra a idolatria; guardar o Shabat significa ser uma testemunha verdadeira; e assim por diante.
Comportamento
Diferentes mas Iguais

“Após milhares de anos de domínio masculino, estamos agora no limiar da era feminina, quando as mulheres se erguerão à sua adequada proeminência, e o mundo inteiro reconhecerá a harmonia entre homem e mulher” – O Rebe
Ética e Sabedoria
Moralidade: Um Dilema?

Assim, o Judaísmo é minimalista e não imperialista sobre a aplicação dos padrões morais judaicos sobre outros. Em vez de apresentar ao mundo um livro de leis, institui a sétima Lei Noahida, declarando que o sistema de justiça deve ser estabelecido em cada civilização. Em outras palavras, cada sociedade deve decidir, pelo próprio sistema regulador de justiça, quais leis morais adicionais, além das seis Noahidas fundamentais, devem ser impostas sobre si mesma.
Comportamento
Mas É Verdade…

Há concepções de moralidade explanadas na Torá que são desconhecidas a outros povos, defeitos reconhecidos pela Torá e depreciados, se não totalmente ignorados pelos outros. A Torá discute em profundidade a aflição chamada tsaraat, comumente traduzida como lepra. Os Sábios descrevem-na como o castigo para lashon hará, a maledicência.

Diz-se do Rabino Yehuda Hanassi (Rabenu Hakadosh) que, em toda sua vida, ele nunca pronunciou palavras supérfluas. “Longe dessa conduta exemplar, as conversações da maioria das pessoas são supérfluas. Mesmo para as necessidades do corpo, não é necessário estender-se muito em palavras”.

Nossos sábios nos advertiram a esse respeito: “O muito falar provoca o pecado” (Talmud, Yoma 19b). Também disseram: “Não há nada melhor para o corpo do que o silêncio” (Pirkei Avot 1,17).


— Kolel Rio
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