Um soldado e dois cidadãos israelenses ficaram feridos em dois novos ataques terroristas ocorridos quase que simultaneamente nas cidades de Jerusalém e Kiryat Gat, a sudoeste de Israel. Em Jerusalém, uma palestina atacou com faca dois israelenses. Um dos feridos reagiu e atirou contra a mulher, que ficou gravemente ferida. A polícia informou que os israelenses foram atacados pelas costas em local próximo onde ocorreu outro atentado, no sábado, em que foram mortos o rabino Nehemia Lavie e Aharon Bennet.
Em outra ação, um árabe apunhalou um soldado dentro de um ônibus e tomou sua arma, fugindo em seguida. O atacante se refugiou em uma loja, mas acabou sendo morto por policiais, que cercaram o local (Iton Gadol )
A Autoridade Nacional Palestina acusou Israel pela morte dos dois terroristas, quando as forças israelenses simplesmente agiram para impedir que eles fizessem mais vítimas inocentes.
Uma ativista social da cidade árabe-israelense de Nazaré provocou polêmica nas redes sociais ao condenar o assassinato "horrendo" de um casal israelense na Cisjordânia. Thanaa Jawabreh se desculpou no Facebook pelo ataque, e pediu aos líderes palestinos e árabes- israelenses para condená-lo. "Nós, como palestinos, devemos denunciar os assassinos sedentos de sangue entre nós; uma família voltando para casa com seus quatro filhos não deveria ter sido submetida a este ato horrível - mesmo que eles vivessem em um assentamento ", ela escreveu em hebraico no seu perfil. "Precisamos protestar em massa contra estes assassinatos; assassinato só traz assassinato, e derramamento de sangue de um lado leva a mais derramamento de sangue do outro", acrescentou. "Eu peço desculpas e espero que os representantes árabes condenem este crime horrendo. Basta!", completou.
Uma multidão de 10 mil pessoas compareceu ao funeral de Eitam e Na'ama Henkin, vítimas do ataque terrorista que matou a tiros o casal perto da aldeia palestina de Beit Furik durante a viagem para casa na frente de seus quatro fihos, de idades de quatro meses a nove anos. Foram foi sepultado em Jerusalém e deixaram quatro órfãos. Ninguém saberá explicar a estas crianças o motivo de seus pais terem sido fuzilados enquanto voltavam do alegre jantar de Sucot na cidade bíblica de Hebron.
O Presidente Rueven Rivlin, o prefeito de Jerusalém, Nir Barkat, e o ministro Uri Ariel, estavam entre aqueles que se reuniram no cemitério de Har Hamenuchot em Jerusalém. “É impossível ficar em silencio diante de uma mãe e um pai que foram brutalmente separados de seus filhos”, disse Rivlin perante a multidão. “ Nós estamos enfrentando uma terrível onda de terror e vocês (colonos) estão na linha de frente – pagando um alto preço. Nós nunca paramos e nunca pararemos de construir nos assentamentos devido aos atos de terror”, acrescentou Rivlin.

Por que colocar civis nesses territórios tão perigosos? Eles já falaram que esses são territórios de segurança, portanto não faz sentido colocar civis lá