Um rei tinha um único filho, sua joia. O rei queria que o filho dominasse diferentes campos de conhecimento e vivenciasse muitas culturas, portanto enviou-o para um país distante…
É uma tradição de longa data nas comunidades judaicas em todo o mundo contratar cantores para os serviços das Grandes Festas, muitas vezes acompanhados por coros para engajar, inspirar…
Pois é com um coração simples, sincero e puro que podemos não apenas atingir os graus mais intensos de proximidade com o outro, mas também com nosso Criador.
O que vale mais: Um olhar de desprezo ou desolado suspiro?
Quando os dois vizinhos passavam um pelo outro na calçada, o erudito atirava ao grosseiro materialista um olhar de desprezo e corria para as suas sagradas tarefas.
Existem numerosas histórias descrevendo por que o grande Rabi Yaakov Yossef de Polanya renunciou a sua oposição inicial ao Chassidismo e tornou-se um ardente seguidor do Báal Shem Tov.
Certa vez Israel usou seu conhecimento cabalístico que havia aprendido para atravessar o Rio Dniester: ele atirou seu gartel (cinto) na água, pronunciou o Nome sagrado de D’us, e atravessou a salvo e seco.
Os discípulos do Baal Shem Tov ficaram intrigados. Por que o velho carregador de água de repente estava tão feliz com o mesmo par de botas velhas e os mesmos velhos baldes de água?
Porém o estrangeiro se aproximou ainda mais, e suas perguntas ficaram mais insistentes. Impaciente, o asceta fez um gesto para que ele fosse embora, apontando a porta.
O santificado Báal Shem Tov tinha grande amor por todo seu povo. Ele amava os jovens e os velhos, o povo da cidade e os moradores do campo, os eruditos e os sem estudo. A todos amava com a alma e o coração.
Odel, a filha do Baal Shem Tov, desempenha um papel único no início da história chassídica. Ela se destacou como uma figura sábia, piedosa e influente…
Rabi Israel Baal Shem Tov, certa vez foi indagado: “Por que os chassidim irrompem em canto e dança à menor provocação? Este é o comportamento de um indivíduo são, saudável?”
Embora o próprio Baal Shem Tov, com todos os seus poderes, não tivesse podido ajudar diretamente este judeu, Shabsi Meir foi capaz de salvá-lo pelo mérito de seus inumeráveis atos de bondade...
“Por favor, Rebe, nos ensine”, imploraram os alunos de Rabi Israel Baal Shem Tov. “O Talmud declara que em Rosh Hashaná, D’us determina o sustento de cada indivíduo para o ano novo.
Agora podemos entender por que Yaakov abençoou seus filhos antes de deixar o mundo: para dar-lhes o poder de não só suportar a descida para o Egito e os desafios a partir daí,
No entanto, o bom amigo não podia aceitar o destino da alma de seu ex-companheiro, e suplicou à Corte Celestial que, apesar da maneira egoísta e vergonhosa pela qual o amigo o tratara repetidas vezes, mesmo assim o amava e não queria vê-lo sofrer por sua causa.
Vamos agora revisitar a psique da criança e a do adulto. A criança inocente, exatamente por causa das suas faculdades ainda não desenvolvidas, é o mais próximo que jamais chegaremos da verdade – da nossa própria essência e da essência de D'us.
Nessa Parashá lemos sobre Pinchas, que santificou o nome de D'us através do seu ato e trouxe a paz. Aqui está uma história sobre o Baal Shem Tov que também fez um ato de Kidush HaShem...
O Báal Shem Tov tinha um jovem discípulo, Mordechai, que tinha um desejo ardente de estudar bruxaria. Obviamente, Mordechai sabia que segundo os ensinamentos judaicos, a prática e estudo de qualquer tipo de feitiço ou bruxaria é totalmente proibido.