A cada ano, nós judeus gastamos milhares de reais, investindo muito tempo e energia na construção de sinagogas, escolas judaicas e em uma porção de outras instituições religiosas e acadêmicas.
Não seria mais apropriado investir todos estes recursos para alimentar o pobre, dar moradia aos desabrigados, e trabalhar para aliviar todo o imenso sofrimento que ocorre em tantos lugares do mundo?
O sábio Shelomô escreveu: “Quando você doa a um pobre, está emprestando a D’us.” Isso porque D’us paga todos os fundos de caridade – juntamente com belos dividendos – aqui, neste mundo. Segundo o Profeta Malachi, D’us até nos desafia, dizendo: “Tente e veja.”
"Uma caixa de caridade num lar ou escritório" – ensinou o Lubavitcher Rebe – "redefine todo o espaço. Não é apenas mais uma casa ou apenas um escritório. Transforma-se num centro de bondade e carinho."
D’us permitiu que existissem pobres e ricos para que os seres humanos exercecem bondade e justiça uns com os outros transformando seu livre arbítrio em ações positivas.
Em Chanucá, é tradicional dar às crianças Chanucá Guelt, dinheiro de Chanucá. Uma das razões deste costume é a oportunidade de lhes oferecer um reforço positivo por comportamento exemplar e como dedicação ao estudo de Torá, que era proibido durante a ocupação dos sírios, além de incentivá-las a doar uma parte para tsedacá, caridade.