Assassinado pelo ódio e intolerância, Charlie jamais se intimidava: mostrava a sua coragem em suas falas em defesa de suas convicções.
Ele não precisava estar conosco – mas esteve.
Quando os judeus foram novamente transformados em bodes expiatórios, quando Israel foi demonizado por defender seus próprios filhos, Charlie levantou a voz sem hesitar.
Ele não era judeu, mas era um irmão. Tornou-se um baluarte contra a onda de mentiras e ódio desencadeada após 7 de outubro. Ele disse a verdade quando outros se calaram. Ele escolheu a coragem quando outros escolheram o conforto.
Agora ele se foi – levado pela violência, mais uma vida encerrada na guerra de ideias que se derramou em sangue.
Lembrem-se dele não apenas pelo que ele acreditava, mas pelo que ele arriscou: estar ao lado de Israel e do povo judeu quando mais importava.
Shalom, chaver.
Não esqueceremos.
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