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Salmos - Livro IV

Este Salmo retrata a brevidade e fragilidade da existência humana na Terra, e suplica a Deus para nos ajudar a utilizar nosso limitado tempo nesta vida de modo adequado e produtivo.
O Talmud chama este hino de Cântico dos Flagelos. Quem o recitar com fé em Deus será ajudado por Ele no perigo. Nele, Moisés fala do fiel que encontra refúgio à sombra do Todo-Poderoso. Este é o verdadeiro herói a quem Deus promete longa vida e salvação.
Louvar a Deus é necessário, mas difícil durante a semana. As pessoas precisam lutar por sua subsistência. No Shabat (sábado), livres das restrições da semana, podem voltar seus corações e mentes para a percepção de Deus e louvá-Lo.
Este Salmo é uma continuação direta do tema do Salmo anterior, de que a grandeza de Deus será reconhecida na era messiânica. Fala de Deus em Sua plenitude de grandeza e poder, tal como Ele estava ao completar os seis dias da Criação, descrevendo-O “aprontando-se”, como quem se veste para o Shabat.
Deus considerou adequado administrar o mundo de modo a permitir que pessoas menos sensíveis duvidem da realidade de Sua Providência. Apesar disso, ficamos com a certeza de que a bondade prevalecerá e o mal será punido e garantidos pelo fato de que Deus defenderá a causa de Israel e libertar-nos-á de nossos inimigos.
Os primeiros sete versículos deste Salmo são um chamado do salmista ao seu povo para reconhecer Deus como o único Criador e Força Condutora do Universo, em geral, e de Israel, em particular. A segunda parte é uma exortação direta do Deus de Israel, lembrando os pecados de nossos antepassados, e que nos leva a não imitá-los.
Este Salmo é um chamado para o mundo cantar um novo cântico, em homenagem à futura redenção de Israel, como indicado pelo versículo. O cântico é novo porque, como nenhum outro nas Escrituras, ele virá no único momento da História em que as nações da Terra unir-se-ão no reconhecimento a Deus.
As grandes convulsões precedendo a vinda do Messias levarão o mundo a reconhecer a tolice representada pela crença em seus deuses e pela sua confiança em todos os demais instrumentos de invenção humana. Deus reinará soberano sobre toda a Terra.
Um cântico de louvor a Deus pelas revelações na nossa redenção final.
Agora que o mundo reconhece a soberania de Deus, como descrito nos Salmos anteriores, terá de se comportar coerentemente. Agora deve seguir Suas ordens de justiça e retidão, que o povo judeu valorosamente salvaguardou através de sua longa e turbulenta história.
Durante o Templo, as pessoas faziam uma oferenda para agradecer sempre terem sobrevivido a uma situação de perigo. Este Salmo era cantado durante o serviço. De fato, cada ser humano passa por situações potencialmente perigosas durante sua vida, das quais muitas vezes nem sempre está ciente. Por tudo isso deve render homenagens a Deus.
Cada indivíduo precisa desenvolver constantemente dentro de si características de pureza e verdade que permitam usar suas habilidades para o objetivo designado por Deus.
Embora este Salmo seja a súplica apaixonada do judeu no exílio, é uma oração apropriada para quem é atingido por uma desgraça.
Em perigo, por doença ou no exílio, a alma da pessoa conta com a infinita bondade de Deus, e é tranqüilizada por saber que seu misericordioso Pai no céu é amoroso, capaz de perdoar, e de conceder a redenção ou a cura.
Esta belíssima e lírica canção é um tributo a Deus pelo mundo que Ele criou e mantém.
Enquanto o Salmo anterior descreve a inconfundível mão de Deus na natureza, este concentra-se em como conduz a história. Acontecimentos aparentemente sem relação entre si – alguns de natureza individual, outros de caráter universal – todos se unem para cumprir o destino traçado por Deus para Seu mundo e para Seu povo: o estabelecimento de uma sociedade humana levada e governada pela sagrada Torá.
Este Salmo continua o apanhado histórico do Salmo anterior. É muito mais que uma lição de história; ensina qual a lição a ser aprendida da história: a de que a presença e a benevolência de Deus estão sempre próximas dos que, se abrirem seus olhos, poderão vê-las. A mão de Deus estará sempre estendida para receber e apoiar o penitente, mesmo que tropece no pecado.