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Domingo, 22 Julho, 2018

Horas haláchicas (Zemanim)
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Jejum de Tishá BeAv
História Judaica

Os romanos incendiaram o Templo na tarde de 9 de Av e ele continuou a arder durante todo o dia 10 de Av. Por estes motivos, algumas das práticas de luto dos “Nove Dias” são observadas durante as horas matinais de 10 de Av.

Terroristas árabes explodiram uma bomba no Centro Comunitário Judaico (AMIA) em Buenos Aires, Argentina, matando 86 pessoas e ferindo mais de 120. Este foi o ataque mais letal contra qualquer comunidade judaica da Diáspora desde o Holocausto.

Mais de 8.500 moradores judeus foram forçados a deixar suas casas em 25 cidades e assentamentos na Faixa de Gaza (incluindo 16 assentamentos no próspero cinturão “Gush Katif”) e norte de Shomrom no verão de 2005, como parte do malfadado “Plano de Desocupação” do governo israelense.

O dia 10 de Av foi o prazo final estabelecido pelos governos para todos os judeus deixarem suas casas nessas áreas. Dois dias depois, dezenas de milhares de soldados e policiais começaram a remoção forçada dos milhares que se recusaram a sair voluntariamente. A remoção de todos os moradores judeus de Gush Katif e da Faixa de Gaza foi completada em 17 de Av, e no norte da Samaria um dia depois. O exército fez sua retirada dessas áreas em 8 de Elul, após arrasar com tratores todas as centenas de casas e prédios cívicos nos assentamentos. Os judeus mortos foram desenterrados e removidos dos cemitérios. Somente as sinagogas foram deixadas de pé.

As esperanças do governo de que a “desocupação” abrisse “novas oportunidades” nas relações com os árabes palestinos foram amargamente desapontadas. Nem bem os últimos soldados israelenses tinham deixado a Faixa de Gaza e as multidões árabes começaram os saques, profanando e queimando as sinagogas. Os assentamentos desocupados se tornaram palco de ataques terroristas contra Israel, incluindo o incessante lançamento de foguetes na cidade israelense vizinha de Sederot, e nas cidades e assentametnos de Negev Ocidental.

Leis e Costumes

Para àqueles que rezarem Minchá logo após o kidush na sinagoga, ao retornarem para casa almoçarem e mais tarde fazerem a seudá, em preparação ao jejum, antes de retornarem à sinagoga para Maariv já deverão calçar sapatos que não sejam de couro. Para àqueles que optarem por recitar a Prece de Minchá no horário normal, ao final da tarde, deverão trazer seus sapatos de tecido ou outro material antes do Shabat para a sinagoga para que possam efetivar a troca (calçados de couro por outros) ao término do Shabat, antes de Maariv.

Echá – o Livro das Lamentações – é lido nesta noite na sinagoga. Que possam os dias de jejum serem transformardos em dias de alegria, o Templo Sagrado em Jerusalém ser reconstruído e todos nós nos reunirmos na Terra Santa, com a chegada de Mashiach, breve em nosso dias!