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Quarta-feira, 5 Dezembro, 2018

Horas haláchicas (Zemanim)
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História Judaica

Os quarenta dias e noites de chuva que cobriram a face da terra com água na época de Nôach terminaram a 27 de Kislêv de 1656 (2105 AEC). O dilúvio em si durou um ano inteiro, conforme relatado em Bereshit 6-8).

Em 25 de Kislev do ano 3622 da Criação, os Macabeus liberaram o Templo Sagrado em Jerusalém, após derrotarem os exércitos vastos e mais numerosos do rei greco-sírio Antiochus IV, que tinha tentado desenraizar à força as crenças e práticas do Judaísmo do povo de Israel. Os vitoriosos judeus consertaram, purificaram e reconsagraram o Templo ao serviço de D'us. Porém todo o azeite do Templo tinha sido profanado pelos invasores pagãos; quando os judeus quiseram acender a menorá do Templo, encontraram apenas uma pequena ânfora de azeite de oliva ritualmente puro. Milagrosamente, o estoque para um dia ardeu durante oito, até que novo azeite puro pudesse ser obtido. Em comemoração, os Sábios instituíram a Festa de Chanucá, com oito dias, na qual as luzes são acesas toda noite para relembrar e tornar público o milagre.

Rabi Chaim de Tchernovitz (1760-1817) foi discípulo do Maguid de Mezeritch e de Rabi Yechiel Michel de Zlotchov. Ele escreveu Be'er Mayim Chayim (Poço das Águas Vivas), um comentário sobre a Torá. Rabi Chaim faleceu no 3º dia de Chanucá.

Dois anos após sua prisão e libertação em 1798, Rabi Shneur Zalman de Liadi (fundador de Chabad, 1745-1812) foi preso pela segunda vez; novamente, as acusações eram de que seus ensinamentos minavam a autoridade imperial do Czar. Seu segundo encarceramento foi menos severo que o primeiro; porém os chassidim marcam o aniversário de sua libertação no terceiro dia de Chanucá com farbrengues e com o estudo de seus ensinamentos.

Segundo outras versões da história, a libertação ocorreu no quinto dia de Chanucá. Aparentemente a libertação ocorreu em duas etapas. happened in two stages.

Leis e Costumes

Em comemoração ao milagre de Chanucá, acendemos as velas de Chanucá – lamparinas de azeite ou velas – a cada noite da festa de oito dias, aumentando o número de luzes a cada noite. Hoje acendemos quatro luzes. (No Calendário Judaico, o dia começa ao anoitecer; esta noite, então, começa o sexto dia de Chanucá.)

O ícone abaixo exibe o horário de acendimento ideal para a sua localidade; o acendimento pode ser feito, contudo, também mais tarde. Para saber mais sobre horário de acendimento das luzes de Chanucá, clique no ícone para encontrar sua localidade.)

Preces especiais de agradecimento – Halel completo e Al HaNissin – são acrescentadas às preces diárias e às Graças Após as Refeições em todos os oito dias de Chanucá.

Tachanun (confissão dos pecados) e preces similares são omitidas pela duração da Festa.

Em Chanucá comemos alimentos fritos em óleo, como latkes (panquecas de batatas) e sufganiot (sonhos) – em celebração ao milagre do azeite. Costuma-se comer produtos à base de laticínios para lembrar o ato heróico de Yehudit.

É costume jogar dreidel – sevivon – um pião inscrito com as letras hebraicas nun, guimel, hei e shin, que formam a frase "Nes Gadol Hayá Sham", "Um grande milagre aconteceu lá". (Conta-se que quando os gregos proibiram o estudo de Torá, as crianças judias continuaram a estudar com seus mestres em cavernas e porões; quando os agentes do rei eram avistados, as crianças escondiam os Rolos e começavam a jogar piões…)

É um antigo costume distribuir presentes de Chanucá Guelt (dinheiro) às crianças em Chanucá. Era costume dos Rebes de Lubavitch dar Chanucá guelt aos seus filhos e outros membros da família na quarta e na quinta noite de Chanucá ; mais recentemente, porém, o Rebe encorajava a doação de Chanucá guelt todos os dias da Festa – exceto no Shabat, quando é proibido lidar com dinheiro.