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Quinta-feira, 19 Março, 2020

Horas haláchicas (Zemanim)
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História Judaica

Os Filhos de Israel começaram a construir o Mishcan, Tabernáculo, um Santuário portátil para abrigar a Divina Presença durante sua jornada pelo deserto, a 11 de Tishrei de 2448 (1312 AEC) – seis meses depois do Êxodo do Egito, três meses depois da revelação no Sinai, e 80 dias após adorarem o bezerro de ouro.

A construção do mishcan – que seguiu um detalhado conjunto de instruções entregues a Moshê no Monte Sinai –durou 74 dias, e foi completada a 25 de Kislêv. Porém a Divina ordem para erguer o mishcan ocorreu somente três meses depois, em 23 de Adar, quando Moshê foi instruído a começar um “período de treinamento” de sete dias.

Durante a semana de 23 a 29 de Adar, o mishcan foi erguido a cada manhã e desmontado todas as noites. Moshê serviu como Sumo Sacerdote e iniciou Aharon e seus quatro filhos no sacerdócio. Então, no “oitavo dia” – 1º de Nissan – o Mishcan foi montado em caráter permanente, ou seja, deixado de pé até que chegasse a ordem Divina para prosseguir viagem. Aharon e seus filhos assumiram o sacerdócio, e a Presença Divina veio habitar no mishcan.

Nesta data faleceu o Rabino chassídico Yitschak Meir Altar (1799-1866), autor de Chidushei Harim (um comentário sobre o Talmud e o Shulchan Aruch), discípulo do Maguid de Koshnitz e Rabi Simcha Bunim de Peshischa além de ter sido fundador da dinastia chassídica Gur (Gerer). Todos seus 13 filhos morreram durante a sua vida, e ele foi sucedido (em 1870) pelo neto, Rabi Yehudah Leib Alter (o “Sefat Emmet”).