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Biografia

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Nascimento e infância

Em 1900, Rabi Levi Yitschac Schneerson, renomado pela sua erudição talmúdica e haláchica e em Cabalá casou-se com Rebetsin Chana Yanovski, aristocrática, de família rabínica prestigiosa.cujo pai, Rabi Meir Shlomo, era rabino da cidade de Nicolaiyev, Ucrânia.

No dia 11 de Nissan (18 de abril de 1902), nasceu seu primeiro filho, bisneto do terceiro Lubavitcher Rebe, seu homônimo.Menachem Mendel.

Seu pai, Rabi Levi Yitschac era bisneto de Rabi Baruch Shalom, o filho mais velho do Tsemach Tsedec (terceiro Rebe de Chabad-Lubavitch e neto do fundador do Movimento, Rabi Schneur Zalman, o Alter Rebe) e Rabino-Mor de Yecatrinoslav (Dniepropetrovsk) de 1907 a 1939.

Desde a infância, o Rebe mostrava prodigiosa inteligência, e logo teve de deixar o chêder, por estar muito à frente dos colegas. Aos nove anos, o diretor da escola local disse a seus pais que não havia mais nada que pudesse lhe ensinar. Desde então, seu pai – ele próprio um célebre erudito e cabalista – encarregou-se da educação do filho, empregando tutores e ensinando-o pessoalmente.

Uma autoridade rabínica certa vez visitou o pai do Rebe. Os dois sábios começaram a discutir delicados pontos de estudo, sem perceber que Mendel, então com oito anos, havia entrado na sala e estava ouvindo com atenção.

O convidado notou a expressão concentrada no rosto do menino. "Ele entende o que estamos dizendo?" perguntou. Com um olhar de conhecedor, o pai replicou: "É impossível saber."

Teve um grande exemplo e forte influência de seus pais durante sua vida. Seu pai, Rabi Levi Yitschac, agia com raro grau de dignidade e coragem para sustentar e fortalecer o judaísmo sob o regime comunista. Ao seu lado contava sempre com a grande coragem e abnegação de sua esposa, Rebetsin Chana, mãe do Rebe, que não poupava esforços colocando sua vida em risco, para que seu marido pudesse continuar escrevendo suas obras sagradas. Rabi Levi Yitschac foi preso e exilado para o vilarejo distante de Chi li, na Ásia Central e como resultado dos seus sofrimentos , faleceu no exílio, na cidade vizinha de Alma Ata, em 20 de Menachem-Av, 1944, aos 66 anos.

Casamento

O Rebe encontrou o sexto Rebe de Lubavitch, Rabi Yossef Yitschac Schneerson, em 1923, em Rostov, Rússia. Em 27 de novembro de 1928 casou-se com Chaya Mussia (1901-1988), segunda filha do Rabi Yossef Yitschac. A Rebetsin é lembrada pela sua excepcional erudição, embora fosse de comportamento compassivo, humilde e despretensioso.

O casamento foi realizado em Varsóvia, Polônia, na terça-feira à tarde, em 14 de Kislêv de 1928. Centenas de Chassidim Chabad de Varsóvia, das áreas polonesas, da Lituânia e da Rússia Branca compareceram, além de renomados Rebes e eruditos.

Logo após o casamento, o Rebe mandou o jovem casal viver em Berlim, então a capital intelectual da Europa Ocidental, onde Rabi Menachem Mendel deveria passar parte do seu tempo estudando em famosos centros de estudos e acabou matriculando-se na Universidade de Berlim. Rabi Yossef Ber Soloveichik também encontrava-se em Berlim naquela época e os dois passaram muito tempo juntos, em estudos gerais e talmúdicos. Rabi Soloveichik relembra que o Rebe trazia um volume do Talmud ou outros textos da Torá a suas palestras, e o colocava dentro do livro de textos. Certa vez, um dos professores ficou aborrecido pela aparente falta de atenção do Rebe, e no meio da palestra, acreditando que ele não o estava ouvindo, resolveu testá-lo: "Pode repetir uma palavra daquilo que eu disse?" perguntou ele. Humildemente, o Rebe levantou-se e repetiu a palestra inteira, palavra por palavra.

Embora o Rebe passasse a maior parte de seu tempo em Paris envolvido nos estudos, também deu muitas aulas. Eliyáhu Reichman lembra-se que quando jovem assistiu diariamente a aula de Talmud dada pelo Rebe. Uma vez ele e outro aluno perceberam que o Rebe tinha citado uma passagem de modo ligeiramente diferente do que aparecia no texto. Depois que a aula terminou, foram à estante do Rebe para conferir o texto do Talmud que ele usara; talvez tivesse uma versão diferente? Para sua surpresa, viram que o Rebe tinha usado um tratado completamente diferente! Havia uma escassez de textos,e vários alunos tinham que estudar usando o mesmo volume. A fim de deixar um texto adicional disponível para os alunos, o Rebe tinha recitado as passagens de cor, e para esconder o problema dos alunos, fingira usar um livro com outro tratado.

Formação

Em 1933, a mudança do regime forçou Rabi Menachem Mendel a deixar a Alemanha, onde se graduara em Heidelberg, em Engenharia Superior e mudar-se para Paris. Matriculou-se na Sorbonne onde receberia outro diploma, Engenharia Mecânica, com especialização em Projeto Naval.

O conhecimento adquirido nestes estudos habilitaram-no a resolver dúvidas haláchicas nos anos subseqüentes. Por exemplo, quando houve uma discussão sobre se um navio com tripulação de judeus poderia viajar no Shabat, o Rebe comentou: "A alegação de que tais trabalhos proibidos podem ser realizados automaticamente demonstra não apenas ignorância sobre os princípios haláchicos no trabalho, como também ignorância sobre os rudimentos da engenharia."

O Rebe sempre dedicou-se primordialmente à oração, ao estudo da Torá preocupando-se com cada judeu, onde quer que se encontra-se.

Chegada aos Estados Unidos

Segunda-feira, 23 de junho de 1941, o Rebe e a Rebetsin chegaram aos Estados Unidos, havendo milagrosamente escapado da investida nazista e se estabelecendo em Nova York. Seu sogro, Rabi Yossef Yitschac Schneerson, que havia chegado aos Estados Unidos um ano antes, escolheu-o para liderar suas recém-fundadas organizações: Merkos Linyonei Chinuch, o braço educacional do movimento Lubavitch; Machané Israel, a organização de serviço social do movimento; e a Sociedade Kehot de Publicação, a editora de Lubavitch.

Logo após o Rebe começou a escrever suas anotações eruditas sobre vários tratados chassídicos e cabalísticos, bem como uma vasta gama de responsas. Com a publicação dessas obras, logo foi reconhecido por eruditos de todo o mundo.

Liderança

Em 1950, Rabi Yossef Yitschac faleceu. Embora o Rebe fosse escolhido como seu sucessor foi relutante no início em aceitar o manto da liderança. Apenas um ano mais tarde assumiria formalmente o título de “Rebe”: foi em 28 de Janeiro, 10 de Shevat de 5710.

Em seu primeiro discurso como Rebe, ele afirmou que a missão da nossa geração é a de trazer Mashiach (Messias).

O Rebe organizou um corpo de shluchim – emissários de Lubavitch – e os encarregou de estabelecer centros Chabad-Lubavitch no mundo. Hoje milhares de instituições Chabad-Lubavitch cobrem o planeta. Além de se preocupar com cada indivíduo, o Rebe dava atenção especial a órfãos e viúvas de soldados israelenses, as crianças de Chernobyl, entre outros. Mais de 1300 crianças recebem tratamento médico em Kfar Chabad. Para os meninos órfãos, são celebradas anualmente cerimônias de bar-mitsvá, no Muro das Lamentações. Além disso, foram criados vários centros de reabilitação para pessoas viciadas em drogas. O Rebe estabeleceu cerca de 60 instituições de ensino judaico na Comunidade dos Estados Independentes e na Letônia. Centenas de emissários visitam regularmente e muitos outros estabelecem lá suas residências para promover as atividades judaicas. A organização Ezrat Achim envia toneladas de alimentos para os judeus destes países.

O Rebe foi quem iniciou o movimento de teshuvá (retorno ao autêntico judaísmo), através de uma forma revolucionária de difundir o judaísmo para todos os judeus com a sua famosa "Campanhas das Mitsvot" (campanha das boas ações). A colocação dos tefilin, o acendimento das velas de Shabat e Yom Tov pelas mulheres judias, a cashrut, a prática da tsedacá, a educação baseada na Torá, entre outras. Na época foi duramente criticado, enfrentando forte oposição, ao dizer que esta era a única maneira de salvar o judaísmo da assimilação. Suas campanhas inovadoras hoje servem de modelo a diversas instituições judaicas que atraem judeus de volta a sua herança exatemente como o Rebe já fazia há 5 décadas.

Sua preocupação com a educação e o futuro da humanidade foi reconhecida nos Estados Unidos. A data de nascimento do Rebe, 18 de abril,(11 de Nissan) foi transformada pelo Presidente Ronald Reagan em “Dia Nacional da Educação”.

Entre as previsões que fez sobre situações mundiais as que mais repercutiram foram a abertura da Cortina de Ferro, com a emigração maciça de judeus soviéticos para Israel, ao alertar o governo israelense para a construção de casas e condições de emprego para estes judeus. E isto aconteceu numa época em que tal possibilidade era impensável.

Outra previsão fantástica: durante a Guerra do Golfo, em 1991, o Rebe foi o único a dizer que esta guerra não atingiria o povo judeu, declarando que as máscaras de gás não seriam necessárias. Ele declarava isso enfaticamente mesmo durante o contínuo bombardeio de scuds sobre israel, pois lá "é o lugar mais seguro do mundo."

Conscientizou sobre a iminente vinda de Mashiach (Messias) e da importância de "recepcioná-lo" apropriadamente, principalmente através de um estudo intensivo dos assuntos relativos à era messiânica, contidos na Torá, Talmud, e outras fontes judaicas, como no código de leis de Maimônides.

Todos os domingos o Lubavitcher Rebe costumava receber e abençoar as vastas multidões que vinham buscar as suas palavras de sabedoria e bênção. A cada uma das milhares de pessoas que o procuravam entregava uma nota de um dólar para ser doada a uma instituição de caridade à critério da pessoa. Além de pessoas comuns, diversas personalidades judias e não-judias pediam seu conselho e bênção.

Falecimento

No dia 2 de março de 1992, aos 89 anos, o Rebe sofreu o seu primeiro derrame. Mesmo sem se recuperar totalmente, ele continuou a responder, aconselhar e abençoar a todos que o procuravam. Dois anos após este incidente, sofreu um segundo derrame.

No dia 12 de junho de 1994 (3 de Tamuz, 5754 - “Guimel Tamuz”) o Rebe faleceu. Mas conforme pronunciou-se na época do falecimento de seu sogro, o Tsadic continua vivendo através de seus ensinamentos e de todo o legado que deixou a seus chassidim e a todos que foram tocados pela sua imensurável sabedoria, exemplo vivo de Torá e amor incondicional. As centenas de volumes que transmitem seu conhecimento e orientação em cada assunto continuam a influenciar a maneira de conduzir nossas vidas e nos preparar para o início de uma nova era. Que seja em breve, se D’us quiser!

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Anonymous Montreal Canada 15 Agosto, 2016

I wandered in to a Chabad house about five years ago. I read the book By Telushkin and saw the Rebbe's shlichim in action. The Rebbe has and does exemplify the highest form of leadership that exists. He,in life (and in death) has created a following of leaders. They remain themselves completely uncompromising in the details of Jewish law and custom; yet remain tolerant, welcoming and open to every Jew regardless of their knowledge, education and financial station. Reply

Barukh Kagan ROSWELL 10 Agosto, 2016

The very first traditional Shabbat I was ever at was at a Chabad House. That Rabbi was a student at a Chabad Yeshiva near where the Rebbe lived. And I do believe that there is something special about The Rebbe and those similar. It's an ever-growing, mystical presence.

It was at this Shabbat that I discovered what it really meant to be observant. I began to value the day of rest more and more and eventually became Baal Teshuvah. Reply

helen porath haifa, israel 23 Junho, 2016

Very interesting and moving. One is amazed at how the Rebbe just kept going and didn't relinquish his efforts on behalf of the Jewish People. We forget how unfashionable it once was to be interested in Yahaduth.
With thanks, and best wishes to all. Reply

Samantha Leon Seattle 18 Maio, 2016

I regret to say that I never had the good mazal of actually meeting the Rebbe in person, but I'd be lying if I said he hasn't impacted my life in other ways. I was afraid at first to become frum for fear of what people think of me (let's face it, self-consciousness is anyone's fatal flaw) but then I logged onto chabad.org. I was hooked like bait on a line. I had found my place in the Jewish world at last. I was extremely nervous the day I wrote to the Rebbe's Ohel for the first time. I don't even remember what I asked for, to be honest. All I remember was the feeling that finally, finally, finally, I knew who I was and who I wanted to be. Other girls looked up to Kate Winslet, Madonna, and Beyonce. The sixth and seventh Rebbetzins were my role models and continue to be thus. I strongly suspect that I'd still be swimming lost in the proverbial sea of assimilation had it not been for the Rebbe and his movement. Reply

Howard Clinton West Palm Beach, Fl. 25 Fevereiro, 2016

I met this amazing man in Brooklyn, one summer day. I was walking past the Washington Cemetary and a large number of vehicles pulled up and this larger than life man emerged from one of the cars. I stood there staring into the calmest eyes I had ever seen. This man smiled and said "hello" and shook my hand. I did not know who he was but that feeling of goodness never left me. Reply

Anonymous 5 Novembro, 2015

I wish you would be alive Reply

Anonymous TX 17 Setembro, 2015

Rebbe miss you Friend of Truth! Reply

Mohammed Toronto 11 Agosto, 2015

Wish I knew him or always saw him. He must have been amazing. But I was born before he died :( Reply

Russell k 21 Junho, 2015

His words, wisdom, love and compassion shall live on forever. He was gracious enough to not only show us these things but also live by them. The Rebbe will always be our leader Reply

Moe Hersk 26 Março, 2015

The Baal Shem Tov and R Meir Baal HaNess teach that the name is the essence of the purpose; it reflects his mission on earth.

Menachem Mendel Ben Levi Yitzchak is the gematria (638) Avraham+Yitzchak+Yaakov

Menachem Mendel Ben Chana is the gematria (447) Moshe Eved Hashem Reply

Dr.. len seltzer via chabadde.com 6 Novembro, 2014

I am reading the book Rebbe a constant inspiration for me Reply

Larry A. Singleton Riverside, CA 12 Janeiro, 2014

Thank you, sincerely, for having a great print function. Reply

Herb LePore Midwest, USA 7 Janeiro, 2014

As a "senior citizen" originally from a conservative background, and unfortunately, not as well read about the Rebbe, as I might have been, I still remember hearing about him throughout his years in Brooklyn. He was truly a godly man, and a compassionate person. America could now use his influence.

Peace and love to you all Reply

Harley Doles ( a Non-Jew) MONROE NY 19 Novembro, 2013

Only in my teens, G_d blessed me with being in the Rebbe's presence at 770 Eastern Parkway. As anyone will tell you his goodness surrounded you and his eyes knew penetrated into the part of your soul which is private between you and G_d.

Every time I read about the Rebbe I am more at rest, more contemplative and reflective. His life continues to this day to bring peace, joy and hope to all who open their hearts to Him. Reply

Michael Frederick Tyler Tx 11 Junho, 2013

I shall be eternally grateful - in 1992 the Rebbe and G Bush / USA signed into law the Noahide laws. Bless G-d Reply

Howard Johannesburg via Edgware 11 Junho, 2013

May his dear, sacred and pure Neshama receive an Aliyah in Shomayim. Reply

Julian Tepper Placitas, NM via chabadnm.org 10 Junho, 2013

On the day that the Rebbe landed in the USA, I turned eighteen days old. Reply

Anonymous teaneck, new jersey via chabadcsl.com 10 Junho, 2013

This rabbi is a very big inspiration to us all to all jewish people all over the world there is no duplicate, the one and only Rabbi Schneerson.
The address 770 in Crown Heights in Brooklyn even non Jews know who we are referring to. Reply

Ira Geiger Elizabeth, NJ via chabadic.com 30 Maio, 2013

I remember in 1990 going to a rally in Crown Heights where the rebbe spoke. After the rally everyone waited on line to get four dimes. When it was my turn, the rebbe looked right at me. Reply

George Jimenez, sr. Escondido 28 Fevereiro, 2013

G-d has blessed us with such a person like the Rebbe... I have been attracted to him from the first time I read one of his articles...The more I read his writing's, the more G-d opens my mind Spiritually... Thank you. Reply

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