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Fé Judaica

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Assim também meu finado sogro, o Rebe, explicou numa carta que um chassid pode satisfazer seu forte desejo por um vínculo com seu Rebe somente estudando os discursos da Chassidut que o Rebe pronuncia ou escreve; apenas contemplar sua face não é suficiente.
Nós, entretanto, de nossa parte, devemos fortalecer nosso vínculo com ele ainda mais intensamente – estudando seus discursos, palestras e cartas, e meditando profundamente sobre as diretivas que neles podem se encontrar…
Esta é a grande tarefa e missão que D'us deu às mulheres judias – observar e disseminar a observância de Taharat Hamishpachá, e das outras instituições vitais da vida familiar judaica.
Como já foi mencionado, esta é uma questão de sobrevivência não apenas para as comunidades locais, mas para o povo judeu em geral. Obviamente, a primeira responsabilidade da pessoa é com a comunidade onde foi criado, e para a qual deve contribuir efetivamente.
Isso significa que o judeu traz harmonia e unidade ao mundo físico, eliminando a departamentalização na vida diária, ou tendo práticas ocasionais; ou então, como alguns indivíduos equivocados poderiam pensar, eles podem praticar o Judaísmo em seu lar, mas devem fazer concessões fora de casa.
Correspondência do Rebe com o Prefeito de Nashville
É uma das características fundamentais de Kfar Chabad que a obra de integrar os jovens de diferentes origens seja feita num espírito de verdadeiro amor e fraternidade. Considerando os limitados meios financeiros à disposição de Kfar Chabad, o processo e as conquistas são ainda mais admiráveis.
Quanto à pergunta que você fez sobre a onisciência de D'us e o livre arbítrio do homem: Como em última análise o Eterno, bendito seja, sabe o que eu farei amanhã, parece não haver maneira de eu poder fazer algo diferente, pois se este fosse o caso, o conhecimento de D'us seria o contrário da verdade.
Correspondência de Rabi Menachem M. Schneerson
Da mesma forma você deveria também dizer que levar a vida segundo a Torá não é para o benefício de D'us, mas para o próprio benefício, pois é a única maneira de ter felicidade, material ou espiritualmente.
A situação atual clama pela proteção de todo lar judaico. A verdadeira proteção é aquela que somente D’us proporciona, como está escrito; “D’us guarda a cidade.” Para assegurar essa Divina vigilância, o lar deve ser conduzido em todos os aspectos de acordo com a vontade Divina.
Quando o Todo Poderoso dá ao judeu sua alma, ela está limpa e passada, e encaixada individualmente nele ou nela.
Assim é com a alma judaica. Quando o Todo Poderoso dá ao judeu – homem ou mulher – sua alma, ela está limpa e passada, e encaixada individualmente nele ou nela. Como dizemos diariamente nas preces matinais: “A alma que colocaste dentro de mim é pura.”
Estes Sete Mandamentos, que D’us deu aos filhos de Nôach, i.e., a toda a humanidade, são as leis básicas, com ramificações de longo alcance que abrangem toda a vida da sociedade e do indivíduo, para assegurar que a raça humana será regida por estas leis Divinas de moralidade e ética, e que a sociedade humana será de fato humana, e não uma selva.
A Torá e as mitsvot constituem a ponte que cobre o abismo separando o Criador da criatura, permitindo que o ser humano se eleve e se apegue à Divindade. Obviamente esta qualidade pode ser atingida se a pessoa observa Torá e mitsvot não por causa da recompensa que vem para o corpo, ou para a alma, ou ambas, mas puramente porque são a Vontade e Ordem do Eterno, bendito seja.
...Pois ortodoxo se refere a um comprometimento total a uma vida regulada pela Torá, Torat Emet, e suas mitsvot, pelas quais os judeus vivem. “Moderna” implica um compromisso e ajuste supostamente em manter ideias “modernas”.
O mundo é um sistema bem coordenado por D’us, e nele não há nada supérfluo ou faltando, com uma reserva, no entanto: por razões somente conhecidas do Criador, Ele concedeu livre arbítrio ao ser humano, por meio do qual o homem pode cooperar com o sistema, construindo e contribuindo com ele, ou fazer o inverso e provocar a destruição até mesmo das coisas já existentes.
Como D’us é bom, Ele deseja que todos, especialmente os judeus, sejam felizes.
O conceito de "Divina Providência" é melhor compreendido no termo original hebraico, Hashgachá Peratit…
Você escreve sobre a incerteza que sente a respeito de um compromisso com o judaísmo, visto que você pensa que uma vida de acordo com a Torá e mitsvot é restritiva…
Em outras palavras, para o trabalho ser de valor maior, deve ser precedido por estudo e conhecimento…
Assim, também está enfatizado na Torá: "Veja que coloquei diante de ti, etc. – escolha a vida."
Considere: o povo judeu, cada membro dele, tem sempre se achado na situação ímpar de ser uma pequena minoria entre as nações…
O Todo Poderoso também ordenou ocasiões especialmente favoráveis para teshuvá, ao fim de cada ano e no início do ano novo…
Uma lição clara de Pêssach Shêni é que um judeu nunca deve perder a esperança…
A alegria é dobrada quando alguém tem a oportunidade de trazer o conhecimento de D’us a esferas que são inacessíveis a outros…
O único caminho para aproximar judeus ao Pai Celestial é através do fortalecimento, encorajamento, frisando as vantagens que cada um possui, etc…
Portanto, está implícito que a máxima atenção deve ser dada àqueles fatores essenciais para assegurar uma vida feliz e um lar judaico duradouro.
A julgar pelo que escreve, não há necessidade de enfatizar que sempre há espaço para avanços nos aspectos de bondade e santidade…
A questão "onde está você?" é sempre feita a qualquer indivíduo, especialmente ao judeu que foi dotado com uma alma Divina.
Chassidut enfatiza que é um dos principais aspectos do propósito do homem na vida estabelecer esta verdade e divulgá-la ao máximo de sua influência.
Lembre:se: “Aquele que salva uma única alma, considera-se como tendo salvado o mundo todo,” declararam nossos sábios.