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Kidush "Minha Prece"

Kidush "Minha Prece"

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Do livro "Minha Prece"
1.A primeira refeição de Shabat, na sexta-feira à noite, começa com Kidush, a Prece da Santificação. Segundo a Lei judaica, a Mitsvá de Kidush é adequadamente cumprida somente se recitada no lugar da Seudá (refeição).

Em algumas congregações, entretanto, costuma-se dizer Kidush também na sinagoga, ao final do serviço noturno de sexta-feira.

O costume de fazer Kidush na sinagoga data do tempo do Talmud. Naqueles dias, e por séculos depois, a sinagoga era o lugar onde forasteiros e os pobres da cidade encontravam abrigo gratuito e refeições num recinto lateral junto à sinagoga, que servia também como hospedaria. Como o vinho não podia ser providenciado para todos, era costume do Chazan fazer Kidush para eles na sinagoga, na conclusão do serviço noturno de sexta-feira, de modo que aqueles que comessem no refeitório da sinagoga pudessem ter sua refeição de imediato.

Assim, a Lei acima mencionada era cumprida. Mais tarde, quando não mais se serviam refeições na sinagoga, parecia não haver razão para continuar o costume de recitar Kidush na sinagoga e, com efeito, muitas congregações cessaram esta prática. Outras, entretanto, continuaram com o costume por diversas razões. Uma, porque um costume que se tornou sagrado através dos séculos é freqüentemente conservado, mesmo que sua razão original não mais exista. Consta na Torá que outra razão para o Kidush de Shabat é que ele tem poderes de cura. Uma das grandes autoridades, o autor de Or Zarua1 declara que o propósito principal do Kidush público na sinagoga é, simplesmente, uma proclamação da santidade do Shabat perante a congregação reunida. De qualquer forma, quer o costume seja mantido ou não, ambas as visões fundamentam-se na Lei Judaica.

Qualquer que seja a razão para Kidush na sinagoga, é claro que o Kidush ordenado na Torá é o feito em casa, precedendo a Seudá na sexta-feira à noite. É para dentro de nossos lares, mais do que para a sinagoga, que devemos trazer a santidade do Shabat.

O Kidush é recitado sobre o vinho, o que torna a ocasião festiva e enfatiza a importância da Seudá; não é simplesmente uma "refeição" que comemos no Shabat, mas também uma Seudá, um banquete, em honra da Rainha Shabat, uma celebração da grande dádiva que D’us nos deu – o santo Shabat.

Nos Dez Mandamentos, a Torá declara: "Lembra-te do dia de Shabat para santificá-lo."2 Consoante a interpretação dos sábios do Talmud, isto significa que nos é ordenado santificar o Shabat (i.e., pronunciar sua santidade), recitando o Kidush sobre o vinho, na noite de sexta-feira, quando começa o Shabat e novamente durante o dia (embora o texto do Kidush varie para cada refeição).

Outra razão por que o Kidush é recitado sobre o vinho é que este foi dotado pelo Criador de uma qualidade especial, a de alegrar os corações dos homens.3Na verdade, quando é usado para um fim sagrado, também alegra a D’us, eis que está escrito: "(Vinho) alegra D’us e os homens."4

Ao explicar o significado da ligação do vinho com o Shabat, o Zôhar afirma que Shabat é a "noiva" do povo judeu e, assim como as bodas de uma noiva (chamadas Kidushin, santificação) são recitadas sobre o vinho, assim o Kidush é recitado sobre o vinho. Isto também indica com que júbilo deve o Kidush ser recitado!

O Zôhar observa que o Kidush na noite de sexta-feira contém setenta palavras (em duas partes de trinta e cinco palavras) – o valor numérico da palavra hebraica para vinho (Yayin).5

Entretanto, se não houver vinho disponível, o Kidush pode ser recitado sobre o pão – as duas Chalot de Shabat, (Lechêm Mishnê) que, por acaso, também representam marido e mulher.

Às mulheres também é ordenado observar a Mitsvá de Kidush, apesar de Shabat e Kidush serem Mitsvot ligadas a um tempo determinado e as mulheres são, via de regra, isentas de Mitsvot positivas que devem ser cumpridas em épocas específicas. Kidush é exceção à regra. Segundo nossos sábios, isto se explica pelo fato de que as palavras Zachôr e Shamôr, com as quais o mandamento de Shabat no primeiro e segundo dos Dez mandamentos se iniciam, foram pronunciadas por D’us simultaneamente, "numa só emissão", conforme já mencionado.6

Este extraordinário milagre (junto com o milagre das duas palavras serem distintamente compreendidas, fato humanamente impossível, em geral) foi para salientar a intenção do mandamento de que, no que tange ao Shabat, aqueles obrigados a cumprir as" proibições" (sob o título Shamôr), ou seja, ambos, homens e mulheres, são também incluídos nos "permitidos" do Zachôr, particularmente Kidush.

Assim, enquanto o marido normalmente recita o Kidush também para a mulher, esta deve ser incluída e participar, do mesmo modo, do vinho do Kidush . Se o marido estiver ausente e nenhum outro homem com pelo menos a idade de Bar-Mitsvá puder fazê-lo, ela mesma deverá fazer o Kidush.

Da mesma forma como Zachôr e Shamôr foram pronunciados ao mesmo tempo, as outras variações nos Dez Mandamentos também foram ditas simultaneamente. Isto explica as diferenças nos textos do mandamento de Shabat onde, por exemplo, no primeiro dos Dez Mandamentos, é declarado que o Shabat é uma lembrança da Criação, enquanto o segundo se refere ao Yetsmat Mitsrayim. Ambos são, naturalmente, verdadeiros e caminham juntos, de mãos dadas, como explica o Ramban.7

2.A primeira parte do Kidush consiste de Vaychulu – a Porção de Bereshit que fala da finalização da Criação do mundo no sétimo dia, santificado por D’us, que o tornou um dia de descanso – o santo Shabat. Esta é a origem do Shabat e a Torá deixa claro como o Shabat veio a existir como Criação Divina.

Vaychulu é recitado duas vezes antes do Kidush, durante a Amidá da prece noturna de sexta-feira e novamente, em seguida. O significado principal de recitar esta Porção sexta-feira à noite é dar testemunho do fato de que D’us é o Criador do mundo e de que Ele ordenou o Shabat como um sinal santo e evidência clara deste fato.

A segunda parte do Kidush deve ser recitada com igual júbilo e inspiração, pois é como o reverso da mesma moeda. Não só ele contém o mesmo número de palavras, conforme mencionado acima, como também explica e complementa a primeira parte. A bênção sobre o vinho, recitada entre as duas seções do Kidush, as reúne e junta.

A segunda parte principia com uma bênção e termina com uma bênção:
"Bendito… que nos santificou com Seus mandamentos…"

Esta forma nos é familiar à semelhança de outras bênçãos que recitamos ao cumprirmos Mitsvot. Agradecemos a D’us, a fonte de todas as bênçãos, por nos dar Seus mandamentos pois, por meio das Mitsvot, ligamo-nos a Ele e partilhamos de Sua santidade. Não existe santidade feita pelo homem e nossa mão não foi feita por nós. Mas ao trazermos santidade para dentro de nossa vida cotidiana cumprindo as Mitsvot de D’us, atraímos santidade sobre nós e somos parte da "nação santa."

O Kidush continua:
"… e teve prazer em nós; e com amor e prazer Ele nos deu o Seu santo Shabat como uma sempiterna herança; uma memória à obra da Criação."

As palavras "(Ele) teve prazer em nós" (ou "desejou-nos") significam foi desejo e prazer de D’us escolher-nos para o propósito de nos dar Seus mandamentos e conceder-nos Sua santidade. Eis também porque Ele deu Seu santo Shabat como herança sempiterna. E mais, Ele nos deu o Shabat "com amor e prazer" pois, embora o Shabat implique em muitas restrições, é uma dádiva maravilhosa que D’us nos outorgou, porque Ele nos ama. Da mesma forma, aceitamos o Shabat com amor e prazer – pois as palavras podem ser entendidas de duas maneiras. Na verdade, Ele deu o Shabat mesmo antes de nos dar a Torá, pois as primeiras leis de Shabat foram dadas ao nosso povo em Mará (antes de vir ao Sinai) em conexão com o maravilhoso alimento Celeste, o maná, que choveu do Céu durante os quarenta anos no deserto.8 (O maná caiu pela primeira vez trinta dias após o Êxodo do Egito, vinte dias antes da Outorga da Torá). Esta é também uma das razões por que o Shabat é uma "lembrança da saída do Egito".

O Kidush continua:
"Primeiras das santas festas, uma recordação da saída do Egito"

Na Porção Emor,9 onde são enumeradas todas as festas, Shabat é o primeiro a ser mencionado. O Shabat lembra a Criação, bem como Yetsmat Mitsrayim, a libertação de nosso povo. Para ser mais preciso, de acordo com algumas autoridades, como o Tur10e o Avudraham,11 as palavras "uma lembrança da saída do Egito" referem-se às "festas sagradas" (Pessach, Shavuot, Sucot), mais diretamente ligadas a Yetsiat Mitsrayim. Mas isto não exclui o fato de que o Shabat propriamente dito também se relaciona com isso. De fato, no segundo dos Dez Mandamentos12 a Torá o menciona, explicitamente e o Ramban, ao comentar o versículo, explica esta conexão.

A idéia é esta: o Shabat nos relembra, antes de tudo, que Dus é o Criador do mundo. Algumas pessoas poderiam pensar que, talvez, após criar o mundo, D’us o deixou para cuidar de si mesmo e não teria mais interesse por ele. Outras podem ter se acostumado tanto à natureza e à ordem natural das coisas a ponto de esquecer que existe um Criador. Há os que podem até pensar que por trás de cada força da natureza existe um "deus": um deus para o trovão e o relâmpago, outro para o fogo e a água, um outro para a luz e as trevas, um deus para a guerra e um para a paz e muitos outros que lutam entre si e criam devastação e confusão no mundo, como pensavam os adoradores de ídolos.

O povo judeu, desde o primeiro judeu, Avraham, sempre acreditou no D’us único, Criador do Céu e da Terra e Senhor do mundo inteiro. Foi a intervenção Divina, levando a Yetsiat Mitsráyim, que os convenceu, sem sombra de dúvida, que o que acreditavam era absolutamente verdadeiro. Pois nossos ancestrais no Egito viram maravilhas com seus próprios olhos – as dez pragas e o milagre da travessia do mar – e souberam que D’us era o Supremo Senhor do mundo e de todas as forças da natureza, que Ele pode mudar à vontade. Quando, por isso, mais tarde estavam parados ao pé do monte Sinai e viram a Revelação Divina e ouviram D’us começar os Dez Mandamentos com as palavras – "Eu sou D’us, teu D’us, que te tirou do Egito, da casa da servidão" – sabiam Quem lhes dirigia a palavra. Assim, ao observarmos o Shabat, somos lembrados dos Dez Mandamentos e de Yetsiat Mitsráyim e damos testemunho vivo da grande e eterna verdade de que D’us não só é o Criador do mundo, mas também seu sempre atento e Todo-Poderoso Senhor, só Ele rege o mundo como lhe apraz em Sua infinita sabedoria.

Eis porque o santo Shabat é um memorial vivo tanto à Criação como a Yetsiat Mitsráyim, como dizemos no Kidush.

3.Finalmente, o Kidush reafirma a escolha do povo judeu e seu destino singular, no qual o Shabat tem papel fundamental:

"Pois Tu nos escolheste e nos santificaste dentre todos os povos e o Teu santo Shabat, com amor e favor, Tu nos deste como herança. Bendito és Tu, D’us, santo ao outorgar a Torá e as mitsvot."

Por que apenas um povo? Por que o povo judeu? Por que fazê-lo diferente de todas as outras nações do mundo?

D’us é o Criador do mundo e Ele tem seus próprios pensamentos e planos sobre como conduzir o mundo que Ele criou e só Ele sabe o que é realmente bom para todas as Suas criaturas. Entretanto, em muitos casos, D’us revelou algumas respostas na Sua Torá e por meio dos profetas. Assim é em relação à questão de Seu povo eleito. Comecemos com um exemplo simples, que nos ajudará a compreender o que significa ser o povo eleito de D’us.

Um rei tem poder sobre todos os seus súditos, mas escolhe seus servidores pessoais para tarefas especiais. Comanda todo seu exército, mas escolhe um regimento especial, que chama de seu "regimento real". Ele governa todo o país, cidades e aldeias, mas escolhe uma só cidade para sua residência pessoal, seu palácio real. Isto não quer dizer que ao escolher seus servidores pessoais e seu regimento real ele não se interesse por quaisquer outros de seus súditos ou pelo resto de seu exército, bem como fixar residência em determinada cidade não significa que ele desistiu do restante do país. Pelo contrário, quer dizer que seus servidores pessoais possuem deveres especiais a cumprir e, estando na presença do rei, devem sempre mostrar sua melhor conduta. Do mesmo modo, os membros do regimento real que ostentam a insígnia do rei devem ser soldados-modelo. E também, a cidade, a residência do rei, deve ser conservada especialmente limpa e bela.

Na Torá outorgada no Monte Sinai, D’us diz que criou o mundo e que Seu plano incluía um povo eleito que seria o "Seu povo", que teria a missão especial de espalhar a Divindade nesta Terra. Ele daria a este povo eleito Suas Torá e mitsvot, tanto como o guia na sua vida cotidiana como a fonte da Divindade, que era seu dever espalhar no mundo.

A Torá diz ainda como este plano Divino começou a de desenvolver. Nosso pai Avraham que, vivendo numa geração de pagãos e idólatras, foi o único a reconhecer o D’us Uno, o Criador do Céu e da Terra. Quando Avraham escolheu D’us, fez com Ele uma aliança sempiterna, prometendo-lhe que seus descendentes seriam o povo eleito, que receberia a Torá e uma terra como herança eterna.

Escolher o povo judeu, os filhos de nossos patriarca Avraham, Yitschac e Yaacov não foi a única escolha feita por D’us. Dentro do próprio povo judeu, D’us escolheu uma tribo, a de Levi, para um serviço especial; e em meio a esta, D’us escolheu uma família, a de Aharon, para a tarefa maior como Cohanim (sacerdotes), pois só eles podiam cumprir o serviço sagrado na Casa de D’us, o Bet Hamicdash.

Ao escolher a Terra Prometida como o único país na Terra que seria reconhecido por todos os povos como a Terra Santa "a terra que D’us cuida e Seus olhos estão continuamente sobre ela, do começo até o fim do ano"13 – D’us houve por bem escolher nesta terra um lugar, Monte Moriyá sobre o qual foi erigido o Bet Hamicdash. Mesmo dentro deste sagrado Santuário havia uma seção especial chamada o Santo dos Santos, onde o mais escolhido do povo – o Cohen Gadol – tinha permissão de entrar somente no dia mais santificado do ano – Yom Kipur. Esta era a ocasião, uma vez por ano, que reunia as três dimensões mais santificadas no mundo – tempo, espaço e pessoa – e fazia parte, de fato o ponto alto, do plano de D’us de espalhar Divindade e santidade nesta Terra, fazendo este mundo terreno uma adequada "morada" para a Presença Divina.14

Muitas são as passagens bíblicas que falam da escolha de D’us, do povo judeu, de Avraham pai da nação judaica, da Terra de Israel, de Jerusalém, da tribo de Levi, de Aharon como pai dos Cohanim. Mencionaremos algumas destas passagens aqui: Sobre a seleção de Avraham:

"Tu és o Senhor, D’us, que escolheu Avraham… e fez a Aliança com ele…"15

Sobre a escolha do povo de Israel:

"Vós sois uma nação santa para o Senhor vosso D’us; o Senhor D’us vos escolheu para ser Seu povo querido dentre todas as nações na face da Terra… e guardarei todos os mandamentos, estatutos e julgamentos que Eu ordeno neste dia para cumprires."16

Sobre a escolha de Tsiyon, i.e., Jerusalém:

"Pois D’us escolheu Tsiyon…"17 e "Jerusalém, a cidade que D’us escolheu para colocar Seu nome nela."18

Sobre a seleção da tribo de Levi e Aharon:

"Pois o Senhor teu D’us escolheu a ele (Levi) de todas as tuas tribos para servir em nome do Senhor…"19 e "Aharon, a quem Ele escolheu."20

Sobre Israel escolhendo D’us:

"E Yehoshua disse ao povo: ‘Vós sois vossas próprias testemunhas de que escolhestes D’us para servi-Lo’…"21

Claramente, D’us foi bastante "seletivo" nas Suas escolhas para criar este mundo, no centro do qual Ele colocou o Seu povo eleito e a Torá.22 Os deveres e privilégios que D’us outorgou a Seu povo eleito são espirituais: eles têm a ver com conduzir uma vida santificada de acordo com a Torá e as mitsvot, pela qual constantemente proclamam e atestam a Unicidade de D’us, o Criador e Senhor do mundo. Este princípio básico é expressamente declarado e enfatizado inúmeras vezes na Torá. Encontra expressão no Kidush: "Pois tu nos escolheste e nos santificaste." Assim também na bênção sobre a Torá: "Que nos escolheu dentre todas as nações e nos deu a Sua Torá." Igualmente na prece da Amidá de Yom Tov: "Tu nos escolheste de todas as nações… e nos santificaste com Teus mandamentos." Este conceito de "ser escolhido para serviço e santidade" é reiterado todas as vezes em que é mencionada a escolha do povo judeu na Torá e em todas as Escrituras, bem como nas nossas preces e bênçãos. D’us não escolheu o povo judeu, nem porque ele é a maior ou a mais poderosa de todas as nações, nem para reger sobre as outras nações e nem para levar uma vida fácil; mas tão-somente para "ser um reino de Cohanim (servidores de D’us) e uma nação santa."23

Que D’us fez uma boa escolha é provado pela longa história de nosso povo. Embora seja uma história de perseguições, sofrimento e martírio, o povo judeu conservou-se fiel a D’us e à tarefa sagrada que Ele lhe confiou, não só em seu benefício, mas também em benefício de toda a humanidade.

Notas:


1 Rabi Isaac de Viena, séc. XIII, aluno de Rabi Simcha Vitri, discípulo do Rashi.
2 Shemot XX:8.
3 Tehilim CIV:15.
4 Shoftim IX:13.
5 Zôhar III, Emor 95a, Ticunê Zôhar, Ticun.
6 Vide p. 29??
7 Vide Ramban (Nachmânides) sobre Devarim V:15.
8 Shemot XVI:11-35.
9 Vayicrá cap. XXIII.
10 Par. 271.
11 52b.
12 Devarim V:15.
13 Devarim XI:12.
14 Midrash Tanchumá, Nassó 16.
15 Nechemyá IX:76.
16 Devarim VI:6-11
17 Tehilim CXXXII:13.
18 Melachim I, XIV:21.
19 Devarim XVIII:15.
20 Tehilim CV:26.
21 Yehoshua XXIV:22.
22 Rashi sobre Bereshit I:1.
23 Shemot XIX:6.

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