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Cinco Lições do Great Escape Room (Salão de Fuga)

Cinco Lições do Great Escape Room (Salão de Fuga)

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Eu não sabia o que esperar da viagem com minha família ao The Great Escape Room, exceto que tinha certeza de que desistiria logo após a entrada. Não funciono bem sob pressão e tipicamente não gosto disso. Mas antes que eu me desse conta, estava num aposento do tamanho de uma sala de jantar, transformada num Shlerlock Holmes, correndo em volta para encontrar pistas e resolver quebra-cabeças no prazo de uma hora.

Por que essa forma de entretenimento se tornou tão popular em muitas cidades mundo afora?

A resposta, em uma palavra, é adrenalina. Saímos do Great Escape Room algum tempo atrás, mas agora, sempre que me lembro, posso recriar a emoção que sentia enquanto resolvia cada um dos cinco enigmas. É uma sensação com a qual eu poderia facilmente me acostumar. Logo percebi que o local é uma boa parábola para meu serviço Divino em muitos níveis. Leia como:

1 – O tempo é essencial.

Resolver todos os enigmas em uma hora significa concentrar-se apenas nas pistas que são realmente importantes. A singularidade do foco também é meu modo perfeito para funcionar como um judeu. Quanto mais eu agir de maneira Divina agora, com entusiasmo, mais isso mostra minha preparação para Mashiach vir agora. Perguntas como “Por que tem levado tanto tempo?” ou “Por que é tão difícil?” não são relevantes para minha missão nesse exato momento. Estudar Torá e cumprir mitsvot são o que apressa a chegada da Redenção, ponto final.

2 – Trabalhe com colaboradores; sorria para os concorrentes.

A sala continha enigmas demais, problemas demais e pessoas demais para que alguém pudesse trabalhar sozinho. Quando tínhamos respostas para os enigmas, ficava difícil lembrar quem tinha feito o quê. E isso não era importante; estávamos todos empolgados. E a sugestão de todos ajudava. Bem, quase. Algumas poucas pessoas preferiam sentar-se ao lado e assistir. Espiritualmente falando, existem judeus que se sentam ao lado, também. E para mim é importante lembrar que não posso convencer outros judeus a participarem da vida de Torá. A melhor maneira de atrair outros é que eles me vejam apreciando o jogo, i.e., servindo a D'us com alegria.

3 – Confie que há uma resposta.

Nós confiamos que os criadores do jogo de enigmas, The Great Escape Room, tinham respostas para todos os enigmas. Não havia erros. Tínhamos apenas de continuar tentando até decifrarmos tudo. Similarmente, confio que as pistas perfeitas dadas por D'us para resolvermos todos os mistérios do mundo estão na Torá. Suas pistas podem ser desafiantes de decifrar às vezes; apesar disso, estou confiante de que D'us criou o mundo inteiro, e meu mundo específico, com intenção. Assim como os monitores do jogo compartilhavam algumas pistas, D'us também intervém para nos ajudar a encontrar respostas.

4 – Estou perdendo uma pista?

No início, os monitores do jogo nos disseram onde não procurar pistas (num determinado canto, ou no teto) e exatamente quantos eram exigidos para resolver cada enigma. Houve um enigma que tentamos resolver de muitas maneiras antes de entender que tínhamos perdido uma pista. Era apenas uma pista, mas sem ela, estávamos apenas adivinhando, e as chances de solucionar o enigma eram mínimas. D'us é a pista vital em nossa vida que faz tudo ter um sentido.

5 – O gosto da vitória é doce

Eu era encarregado do grupo que resolveu o primeiro enigma. Gritamos com euforia quando finalmente combinamos os números certos para abrir o cadeado. Essa foi a sensação que tive ao relembrar nos dias seguintes: satisfação, empolgação, alivio. Foi uma pequena amostra do júbilo que todos sentiremos quando Mashiach vier – quando tudo na criação será aumentar, assim como aqueles números. E assim como aqueles números somaram para todos, Mashiach virá para todos. A empolgação vitoriosa que senti no The Great Escape Room talvez tenha apenas um pequeno gosto da Redenção, mas o sabor continua comigo, aumentando minha certeza de que o momento da real verdade está prestes a ser revelado.

Por Lieba Rudolph
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