Here's a great tip:
Digite seu endereço de e-mail e lhe enviaremos nossa revista semanal com conteúdo novo, interessante e reflexivo que irá enriquecer sua caixa de entrada e sua vida, semana após semana. E é gratuito.
Oh, and don't forget to like our facebook page too!
Entre em contato

A Polêmica do Zoo de Cincinnati

A Polêmica do Zoo de Cincinnati

Rabino Ilan Stiefelman – Lubavitch Copacabana

 E-mail

Milhões de pessoas em todo o mundo assistiram ao vídeo de um menino de apenas 4 anos sendo arrastado por um gorila de mais de 300 quilos.

Para salvar a sua vida, as autoridades do zoológico de Cincinnati decidiram por atirar e matar o seu amado Harambe.

O incidente criou um alvoroço em todo o mundo, onde muitos criticaram a decisão de matar o gorila para salvar um menino que caiu na jaula por “culpa” dos pais.

Esta polêmica me deixou perplexo. Na realidade, a discussão se resume à questão do que é mais importante, quem vale mais: um menino de 4 anos ou um gorila em extinção?

São nesses momentos que vejo a importância de nossos valores e guia para a vida.

Não há duvida da importância dos animais pela Torá, que nos proíbe de causar qualquer sofrimento desnecessário. E mais, nos ensina a sermos sensíveis às suas necessidades, ao ponto de sermos proibidos de sentar à mesa antes de averiguar se os animais estão alimentados.

Porém, não podemos nos confundir quando temos que fazer uma escolha entre a vida humana ou animal. Não há dúvida que não é fácil a decisão de sacrificar uma vida animal e inclusive somos proibidos de abater um animal em extinção (vide Nachmânides) mas é claro que quando a sobrevivência humana é colocada em perigo, o ser humano tem prioridade; assim foi orientado pelo Criador.

E aos defensores do gorila pergunto: se fosse o seu filho lá dentro, o que você faria?!

© Direitos Autorais, todos os direitos reservados. Se você gostou desse artigo, encorajamos você a distribuí-lo, desde que concorde com a política de copyright de Chabad.org.
 E-mail
Participe da discussão
Classificar por:
4 Comentários
1000 Caracteres restantes
Anonymous SP 18 Outubro, 2016

Não irei adentrar a questões e interpretações teológicas, apenas vou responder a pergunta que foi feita na última frase.
Se fosse meu filho dentro da jaula, o que eu faria?
Simples resposta. Sendo eu um pai zeloso, nunca deixaria meu filho sozinho e muito menos brincando no muro do fosso que separava a jaula, e por consequência assumido o total risco da vida de meu filho, bem como os diretores do zoo, funcionários que mesmo sendo especialistas nunca previram um acidente = a este. Ou seja, o animal que foi retirado do seu habitat, preso, estressado em ambiente hostil, servindo de vitrine para o Homo sapiens , e mesmo assim na situação ocorrida são penalizados pelos erros, falhas, daqueles que se dizem racionais. Portanto a culpa e a responsabilidade é de quem enjaulou o animal, e pior, que deixou o filho nesta situação; essa pergunta é tendenciosa e descabida. Reply

Railssa Alencar Brasília, DF via chabadbrasilia.com 11 Junho, 2016

Pediria sem dúvida que matassem o gorila e resgatassem meu filho. Reply

Anonymous SP 11 Junho, 2016

O preparo técnico e as alocações adequadas evitariam o incidente.
A previsibilidade é um recurso que D'us ilumina a vida e mente humanas.
Dizem que Israel é um dos países mais seguros do mundo embora um dos mais invejados. Me pergunto porque então é um dos mais seguros?
Porque o judeu é muito coerente com a sua responsabilidade humana. Não aconteceria em um zoológico judeu. O resto do mundo poderia aprender a se preparar para aquilo o que a razoabilidade primária pode ensejar. Zoológico envolve crianças e animais selvagens. Previsibilidade responsável evitariam tanto a morte da criança quanto o abate impetuoso do animal. Reply

Anônimo Rio de Janeiro 10 Junho, 2016

Por força profissional, sempre trabalhei ao ar livre e em contato constante com a natureza. Tive até o privilégio que pouquíssimas pessoas no Brasil tiveram de contato com seringueiros que viviam de modo muito simples no meio da floresta. Com eles aprendi verdadeiras lições de como viver em harmonia com o meio ambiente e de relacionamento interpessoal. Tive até a maior lição de verdadeira hospitalidade com um seringueiro "goi" que dificilmente uma sinagoga ou yeshivá poderiam me ensinar.
Apesar do profundo respeito pela natureza e pela criação, nunca vi em nenhuma atitude nessas pessoas extremamente simples que se aproximasse da conduta dessas pessoas.
Como podemos explicar os protestos contra a morte do gorila que colocava em risco a vida de uma criança?
Um insight me fez recordar a belíssima entrevista do rabino Adin Steinsaltz e pude explicar em uma única palavra: idolatria.
Essas pessoas cultuam o meio ambiente como um deus pagão.
Rabino Steinsaltz tem razão: falta sanidade. Reply