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O Único Estado Americano Sem um Shliach É…

O Único Estado Americano Sem um Shliach É…

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por Gabrielle Birkner

Cerca de 4.200 rabinos de mais de 80 países se reuniram em Nova York para a conferência anual dos emissariso Chabad-Lubavitch.

Desde o ano em que eles se reuniram pela última vez para participar de reuniões, ouvir as palestras do ex-senador Joseph Lieberman e pousar para a “foto da aula” - a organização judaica que eles representam tem colocado raízes em cinco novos países e um novo estado, Mississipi. Isso eleva o número de estados americanos com uma presença Chabad permanente a 49.

Isso provoca uma pergunta: qual estado está de fora? Virginia Ocidental? Chabad abriu e, Morgantown em 2007. Idaho? Estão em Boise há mais de uma década. Montana? Wyoming? Alasca? Nenhum desses. Dakota do Norte? Bem, agora você está esquentando (na verdade, esfriando). É Dakota do Sul.

Então por que o lar do Monte Rushmore é o único estado sem Chabad nos Estados Unidos? Simples matemática. Um dos estados menos populosos na nação - cerca de 844.000 pessoas vivem ali - Dakota do Sul tem apenas 345 judeus, segundo a edição de 2013 do Livro do Ano Judaico Americano.

Anteriormente, havia mais judeus no estado - cerca de 1.750 na virada do Século Vinte. Muito deles partiram para fazer fortuna na Corrida do Ouro de Black Hills nos anos de 1870 e aqueles que ficaram construiram as instituições judaicas em casa.

Dakota do Sul, atualmente, abriga três históricas congregações judaicas. A Sinagoga Hills em Rapid City, perto da cidade “Old West” de Deadwood, traça suas raízes na era da corrida do ouro, embora tenha sido estabelecida em seu endereço atual em 1957. Cerca de 500 quilômetros a leste, em Sioux Falls, está a Congregação Mont Zion, fundada como um cemitério em 1903 e como sinagoga 16 anos depois. Tanto a Sinagoga dos Hills como a de Mount Zion são Reformistas, com serviços liderados por estudantes rabínicos na Hebrew Union College- Instituto Judaico de Religião.

B’nai Isac em Aberdeen, a única sinagoga conservadora do estado, está fechando em seu centenário, disse Bea Premack, de 81 anos, congregante há muito tempo. O marido de Bea, Herschel, de 87 anos e nativo de Dakota do Sul, lidera os serviços da sexta-feira à noite toda semana quando estão na cidade.

“Raramente temos um minyan, mas de vez em quando formamos um - especialmente se houver visitantes na cidade” - disse Bea Premack. B’nai Issac também recebe um grupo de estudo semanal de Torá, que atrai vários dos doze membros da congregação bem como alguns não-judeus da região. Além disso, a comunidade judaica de Aberdeen também recebe um grupo de ciclistas que participam na corrida ciclística por todo o país, organizada pelo grupo ambiental judaico Hazon.

Décadas se passaram para que uma dessas três congregações de Dakota do Sul pudesse sustentar um rabino em tempo integral. Por volta de 1980, o único rabino do estado ganhava a vida vendendo lâmpadas, segundo uma reportagem da Associated Press.

Há também uma minúscula Hillel na Universidade de Dakota do Sul em Brookings, e atrai uma mistura de judeus e messiânicos, como relatado na mídia. Os judeus messiânicos se identificam como judeus e se engajam no ritual judaico, mas como proclamam Jesus como o Messias, não são considerados judeus pelas principais entidades.

O fato de Dakota do Sul ser o único estado americano sem um emissário Chabad permanente, isso não significa que o Movimento Chassídico baseado no Brooklyn não sirva ao estado. Rabino Yonah Grossman, emissário, visita o estado de vez em quando. Assim, também, os “Rabinos Itinerantes” Chabad, que fazem viagens periódicas ao estado.

“Eles nos telefonam e dizem: ‘Podemos fazer uma visita?’ e vêm à nossa casa e nos visitam,” disse Bea Premack sobre os rabinos itinerantes. “Eles querem saber se precisamos de algo como livros, uma mezuzá casher, um par de tefilin”.

Chabad pode estar bem informado sobre a presença judaica em Dakota. Mas outros judeus que os Premack encontram quando viajam para fora do estado com frequência ficam surpresos ao saber de onde eles são.

“Geralmente dizem coisas do tipo: ‘Dakota do Sul, há judeus ali?’” disse Bea Premack. “Eles pensam que estamos no fim do mundo.”

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