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Eichmann é capturado em Buenos Aires (1960)

Eichmann é capturado em Buenos Aires (1960)

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Adolf Eichmann, foi um oficial que pertencia ao alto ranking da Alemanha nazista,  membro da SS; Ele foi largamente responsável pela logística do extermínio de milhões de pessoas, e em particular aos judeus e na implantação do plano de Hitler na “Solução final”. Foi capturado por agentes do Mossad em Buenos Aires e transportado para julgamento em Israel. Ele organizou a identificação e o transporte de pessoas para os diferentes campos de concentração, sendo por isso conhecido frequentemente como o 'Executor Chefe' do Terceiro Reich. O auge de sua carreira foi atingida na Hungria em 1944, quando ele transportou 400.000 judeus às câmaras de gás em menos de cinco semanas.

Após a guerra, Eichmann voou para a Argentina onde viveu sob o nome de Ricardo Klement por dez anos até que agentes do Mossad o sequestraram em 11 de maio de 1960 e o contrabandearam para fora do país para ser julgado em Jerusalem pelos crimes cometidos contra os judeus, contra a humanidade e crimes de guerra. Durante os quatro meses de seu julgamento ficou diante de cerca de centenas de testemunhas que depuseram contra ele. Eichmann argumentou em sua defesa que estava apenas cumprindo ordens. “Porque eu”, perguntava. “Por que não oos guardas locais, milhares deles? Eles seriam mortos caso se recusassem a arrebanhar os judeus para os campos da morte. Todos mataram os judeus.”  Eichmann foi julgado culpado em todas as acusações, sentenciado à morte e enforcado na Prisão de Ramla, dia 31 de maio de 1962, na data judaica 14 de Iyar.

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Discussão (2)
13 Maio, 2014
Uma ótima lição.
Pena que muitos nazistas morreram de velhice e sem condenações.
Mas tenho para mim que a verdadeira punição deles veio após a morte.
Daniel Guelli
12 Maio, 2014
Baseada no destaque desta semana, "Pêssach Sheni", sou contra a pena de morte, inclusive para estes inomináveis nazistas. Entretanto, reconheço que as emoções são fortes demais, para um acontecimento além da imaginação, como foi o Holocausto.
Samua de Brito Paiva
Rio de Janeiro/RJ