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Um Pouco de Luz…

Um Pouco de Luz…

Adaptado das obras do Rebe de Lubavitch

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Consta no Talmud que as outras nações da Terra calculam o ciclo anual de acordo com a rotação do Sol, ao passo que o povo judeu baseia seu calendário na rotação da lua, pois os judeus são comparados à lua, cuja luz vai minguando até que parece sumir. Mas é justamente aí que uma lua nova nasce e começa a crescer. A história judaica, através das eras, reflete o “ciclo lunar”.

No exílio egípcio, após atingir o ponto mais profundo da opressão, quando a longa noite parecia no auge da escuridão, a libertação e o renascimento da esperança tiveram início. E assim foi em cada um dos exílios subsequentes.

Disso podemos adquirir muita inspiração e encorajamento.

Há épocas na vida de cada um de nós em que a “roda da fortuna” parece ter chegado ao ponto mais baixo. A situação parece totalmente sem esperanças. Mas não devemos perder a fé nem cair em desespero. Devemos ter em mente que a hora mais escura do exílio – de nosso povo, como um todo, bem como do “exílio” pessoal de cada um – acontece justamente antes do início da redenção.

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5 Comentários
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Jorge capelo 20 Fevereiro, 2014

interessante. Acho que a lua é muito mais interessante pra essa tese. A noite escura D'us mostra que nao nos abandona. A escuridão vem com o fechar dos olhos também, e nessa hora de escuridão de olhos fechado D'us é nossa lua. Reply

Moreno 20 Fevereiro, 2014

Achei belíssima a metáfora da Lua com os "exílios" dos judeus.
Forja a personalidade e o caráter do judeus, na história de seu povo.
Fortalece a fé e a confiança de que Hashem sempre estará abençoando nossa gente.
Parabéns ao Chabad pela belíssima instrução e exortação de fé.

שלום עליכם
מורנו
Moreno.·. Reply

Maria Luiza Sabino Taubaté 20 Fevereiro, 2014

a vida. Tudo é viver quando a esperança mora no coração do homem Reply

Marcelo de Campos 19 Fevereiro, 2014

Justamente assim eu penso...fico abismado! por estar inerente a mim...todah rabah! Reply

Paulo Araujo São Paulo 18 Fevereiro, 2014

Renascimento também a partir da visão do Sol, não só da Lua A base do texto para a explicação do nosso calendário ser lunar (comparação de Israel com a Lua, porque essa parece sumir na lua minguante, mas renasce com a lua nova) não é muito consistente, pois o mesmo poderíamos dizer (e as outras nações o dizem em todos os seus mitos solares) que também o Sol parece caminhar para o seu fim a cada dia (quando se põe e vem a noite), mas ao final também ele renasce a cada alvorada com todo o seu esplendor e poder.

A reflexão sobre a esperança e a fé no momento de cada exílio ou declínio é excelente, mas poderia ser feito a partir de outro ponto que não a discussão da nossa escolha pelo calendário lunar.

Parabéns pelo excelente trabalho do Chabad na instrução e orientação do povo judeu, que Hashem os fortaleça sempre em sua tarefa. Reply