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Sobre Tu Bishvat

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O Ano Novo das Árvores

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Antigamente, o povo judeu na Terra Santa comemorava o décimo quinto dia do mês hebraico de Shevat como o marco do início da nova estação dos frutos em Israel. Esta época do ano marca o ponto médio do inverno quando a força do frio diminui, a maioria das chuvas do ano já caiu e a seiva das árvores começa a subir. Como resultado, os frutos começam a se formar. Esta data até hoje é comemorada como o aniversário das árvores em Israel.

Da mesma forma como D'us faz com os seres humanos, no primeiro dia de Tishrei, Rosh Hashaná, D'us no dia 15 de Shevat determina qual a quantidade de frutos e folhas que cada árvore produzirá durante o ano; se crescerá satisfatoriamente, florescendo ou secará até morrer. Isto demonstra que o Criador do Universo e de todas as espécies, inclusive plantas e árvores, cuida de cada uma de Suas criaturas, determinando seu destino.

As frutas crescidas antes desta data eram consideradas frutas "velhas", e as que eram colhidas a partir desta data, eram recebidas como "novas". Esta distinção era essencial no tocante aos mandamentos da Torá de separar a terumá e o maasser - a separação dos frutos destinados aos cohanim e leviyim.

A tribo de Levi não possuía campos ou pomares. Seus membros dedicavam-se integralmente ao serviço Divino no Templo Sagrado e ao ensinamento do conhecimento de D'us ao povo. Por este motivo, a Torá ordena que uma certa parte da colheita deva ser outorgada a eles.

Atualmente o Rosh Hashaná La'ilanot, Ano Novo das Árvores, é comemorado através da recitação de bênçãos antes e após a degustação de frutos novos da estação, especialmente as espécies de frutas da Terra de Israel: azeitona, tâmara, uva, figo e romã e outras novas para que se possa recitar a bênção adicional, Shehecheyánu. Ao provar dos novos frutos e recitar as bênçãos reconhecemos D'us como o Criador do mundo, da natureza e de tudo nela contido.

Uma analogia entre a árvore e o ser humano pode ser feita. Assim como a árvore está em constante crescimento, também nós devemos crescer; do mesmo modo como produz seus frutos, também devemos produzi-los. Em Tu Bishvat devemos renovar o crescimento pessoal, assim como as árvores começam a retirar a umidade e nutrientes da terra.

A raiz simboliza a conexão com a fonte, nossa fé; o tronco representa a parte principal que sustenta e representa o estudo da Torá e o cumprimento das mitsvot e o fruto está ligado com o resultado: a meta atingida, nossa influência positiva e contínua na preservação de nossos valores. Devemos constantemente lembrar que acima da natureza encontra-se D'us "regando" seus filhos através do legado do estudo e prática da Torá, os verdadeiros recipientes de bênçãos para que possam crescer continuamente em todas as estações.

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Rafael, Salvador Laurentino S. Bernardo do Campo, SP/Brasil 10 Fevereiro, 2012

Tu B'Shvat O tema, no meio não judeu, é muito pouco conhecido, infelizmente. Trabalho na área de Segurança e Meio Ambiente e, certa vez, durante uma reunião com pessoas de uma importante estatal brasileira comentei com colegas da área sobre o assunto e alguns até duvidaram da importância que é dada à natureza no meio judeu.
O mais surpreendente é que nenhum deles sequer ouviu falar, e muito menos conheciam, os trabalhos realizados pelo Keren Kayemet LeIsrael (KKL). Expliquei o que conheço e eles ficaram abismados. Há dois deles que hoje se declaram colaboradores do fundo.
Estas coisas boas deviam ser mais divulgadas. Gostaria de externar minha gratidão ao pessoal do KKL por me enviar tão farto material para divulgação deste trabalho tão maravilhoso e principalmente dando diretrizes para a conservação do meio ambiente.
Shabat Shalom! Reply